Mais tesudo impossível

Confesso que morri de tesão quando vi este vídeo. Para quem ainda não entendeu do que se trata, uma mocinha lê um texto erótico enquanto uma pessoa brinca com sua bocetinha por debaixo da mesa.

Será que alguém se habilita a ler um dos textos do blog desse jeitinho safado? Se fizer – e fizer gostoso – é só mandar o link. Vou adorar botar sua carinha tesuda no ar.

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Dominada e fodida pelo skype (2)

(No capítulo anterior, Alanis se envolveu com uma dominatrix pela internet. Esperava apenas uma brincadeira virtual sacana, mas a situação começava a sair de seu controle. Naquele exato momento, estava com as pernas abertas, diante da cam, com a porta da casa destrancada, aguardando a chegada de uma pessoa estranha.)

Quando ouviu o som da porta sendo aberta, Alanis deu um pulo. Tirou os dedos que mantinham a boceta aberta, fechou as pernas e levantou-se disposta a acabar com a brincadeira.

Deu de cara com um dos homens mais bonitos que já visto na vida. Alto, quase magro, com uma musculatura que se adivinhava firme sob as roupas elegantes, o estranho sorria para ela como quem estivesse diante da mulher mais desejável do mundo.

Antes que se desse conta do que estava acontecendo, o estranho se aproximou. Uma língua firme e máscula, com um ligeiro sabor de cerveja, penetrou sua boca enquanto lábios cheios a prendiam numa estonteante sucção. Existia um tempero irresistível naquele beijo, e se chamava desejo. A boca do estranho era a tradução carnal de um buraco negro, o espaço astronômico capaz de puxar para si qualquer corpo que estivesse dentro de sua área de atração.

Mais do que um beijo, aquela era a mais diabólica mordaça que os deuses do desejo conseguiram inventar. Por isso, Alanis foi incapaz de reclamar quando o estranho puxou o bico dos seus seios para fora do sutiã com dois firmes beliscões. Tampouco reagiu quando, sem desgrudar a boca da sua, foi empurrando-a de volta à cadeira até que ela estivesse novamente sentada diante da cam.

Quando a boca do estranho a abanou, Alanis deu de cara com o rosto da Dome Su. E não parecia nada satisfeito.

- Quem mandou você se levantar?

- …

- Fiz uma pergunta, não fiz?

Alanis surpreendeu-se consigo própria ao dizer:

- Desculpe. Eu não devia ter feito isso.

Dome Su suspirou, enfastiada.

- Alanis, ninguém obrigou você a estar aqui. E detesto que me façam de idiota. Você assinou um contrato, está lembrada?

- Estou.

- Sim, senhora – Dome Su escandiu bem as sílabas.

- Sim, senhora.

- E lembra-se do que você assinalou como práticas permitidas ou desejáveis?

Alanis não tinha mais tanta certeza. Hesitou alguns segundos. Pensou em dizer que queria romper o contrato. Mas sentiu a respiração quente do rapaz em sua orelha, sussurrando: “Você quer mesmo me mandar embora?”

Não. Isso ela não queria. Como negar que queria chupar de novo aquela língua tão firme e viril? Como dizer que não desejava aquele pau duríssimo que se revelava sob a calça branca?

O rapaz continuou deslizando a boca por sua orelha, pescoço e colo, raspando a barba feita pela manhã e deixando lufadas de ar fervente em sua pele, enquanto ela respondia.

- Sim, senhora.

- O que você dizia que estava disposta a fazer naquele contrato? Incomoda-se em repetir para mim? – Dome Su sibilou do outro lado do computador.

Agora, o estranho beliscava e torcia os bicos de seus seios de uma maneira enlouquecedora e Alanis não queria lembrar-se de mais nada. Mas ele deu um apertão mais firme e falou com firmeza:

- Responda a sua senhora.

Alanis tentou recordar-se.

- Marquei xis em exibição forçada, masturbação pública, filmagem, controle do orgasmo, espéculo vaginal …

Estava perturbada demais para lembrar. E agora, depois de ter bolinado seus seios, o estranho começava a concentrar sua atenção em sua boceta, embora suas pernas ainda permanecessem fechadas.

- … cera quente, imobilização leve, plug anal em particular e sob as roupas em público, sexo forçado com estranhos, orgasmo público, dor (leve), homossexualismo e heterossexualismo forçado …

Não conseguia lembrar-se de tudo. O site oferecia um catálogo tão detalhado que parecia mais um cardápio de um restaurante enlouquecido. Nem conseguia recordar-se de todas as opções existentes.

- Desculpe senhora, mas eu estava bêbada quando preenchi o formulário. Não consigo lembrar-me de tudo.

A voz de Dome Su era sarcástica.

- Mas eu me lembro muito bem. Não só me lembro como tenho o documento aqui – ela disse, sacudindo no ar uma folha de papel.

Dome sorriu. O Estranho mergulhou os dedos entre as pernas de Alanis. E, naquele momento, Alanis acreditou que, mesmo bêbada, não teria sido louca a ponto de colocar a própria segurança em risco.

Abriu as pernas para que o Estanho pudesse manuseá-la sem restrições. E ajeitou a luz para Dome Su filmar e fotografar o que quisesse e da maneira como bem entendesse.

* * * *

Para decepção de Alanis, a sessão de fotos não durou muito. Mal o Estanho lhe mordeu o bico dos seios, Dome Su fotografou e passou para a pose seguinte. Mandou que Alanis tirasse o pau duríssimo que se desenhava sob a calça branca do Estranho com a boca enquanto ela filmava.

Foi complicado. O perfume das virilhas do homem a desconcentrava. E o calor. O pau era tão quente que dava para sentir a febre atravessando o tecido da calça. O metal da fivela do cinto, do botão da calça e do zíper machucava a boca de Alanis e fazia seus dentes doerem. Mas nem assim ela parou.

Embora demorasse mais do que Domme Su poderia tolerar, em menos de três minutos conseguiu libertar um belo caralho jovem, que se ergueu no ar como um falcão em busca de sua presa. Já se preparava para devorá-lo quando ouviu a voz desagradável da mulher do outro lado do vídeo.

- Agora, vire de perfil e abra bem a boca.

- …

- Eu disse para abrir bem! – ela insistiu. Só ficou satisfeita quando Alanis começou a temer pela segurança de seus maxilares. – Agora, bote a língua para fora.

Mal Alanis ficou na posição que lhe foi ordenada, sentiu que a mão do Estranho puxava seus cabelos e forçava sua cabeça para trás. Logo, o pau duro do homem pousou sobre sua língua como um falcão pousaria sobre seu território: com as garras.

Queria fechar a boca em torno daquele caralho delicioso e chupá-lo com todo o tesão que estava sentindo. Mas Domme Su não parava de disparar ordens. Vire o rosto mais para a direita. Enfie o pau mais fundo. Pingue uma gota de porra na língua dela e se afaste até formar um fio. Meta o pau inteiro: os olhos dela ainda não estão lacrimejando.

O Estranho obedecia. Para espanto de Alanis, ele não parecia guiado pelo próprio desejo. Se tinha uma coisa que ela conhecia bem era o tesão dos homens. E o saco que comprimia seu queixo já estava muito mais contraído do que um homem suportaria sem gozar. Se todos os seus ex-namorados não estivessem mentindo, aquela noz devia estar doendo.

De repente, pareceu que Dome tinha mudado de ideia.

- Já viu como se faz? – perguntou a Alanis.

- …

- Pode responder.

Não era por respeito que Alanis permanecia calada. Ela não tinha mesmo ideia do que deveria fazer. Ao que parecia, deveria ter visto alguma coisa importante.

- Não é educado deixar sua senhora esperando por uma resposta.

- Desculpe, senhora, mas estou confusa. Não sei o que espera que eu faça – gaguejou Alanis com os cabelos ainda firmemente seguros pela mão do Estranho.

Subitamente, o Estranho puxou sua cabeça para trás com mais firmeza e seu seio direito foi atingido por um tapa forte. Apesar do susto, Alanis conseguiu não contrair o corpo. De alguma maneira já intuía que aquilo ia acontecer.

- Já sabe o que responder? – apesar da voz seca, dava para perceber que Dome se divertia. E, de algum modo, aquilo deixou Alanis aliviada. O problema é que realmente não sabia o que dizer.

Seu silêncio foi marcado por outro tapa.

- Sabe ou não sabe como se faz?

Alanis pensou em protestar. Tinha dito que suportaria dor leve, mas aquilo ia além do que imaginava. De acordo com a combinação, ela era livre para desistir na hora que quisesse. Podia simplesmente dizer, muito bem, senhores, até agora foi tudo muito divertido, mas não estou mais gostando da brincadeira. Ficamos por aqui. Foi um prazer conhecê-los.

Então, desligaria o computador e levaria o Estranho até a porta. E ele sairia sem nem mesmo olhar para trás.

Ali estava o problema. Não queria que o homem fosse embora. Queria que ele a beijasse, como fez na hora em que entrou no apartamento, que a olhasse com aquela expressão apaixonada, que chupasse sua boceta com a mesma ênfase com que tinha beijado sua boca e que trepassem uma noite inteira.

Foi despertada de seu devaneio por um terceiro tapa no seio direito, que agora ardia e doía de verdade.

Atordoada, buscou apoio no rosto do Estranho. Ele continuava a olhá-la em absoluto embevecimento. Agora, mais do que na hora em que entrara no apartamento, parecia que ele estava diante da mulher mais bonita e desejável do mundo.

Então, segundo uma lógica recém-nascida, que só naquele momento se apresentava a Alanis, a dor do tabefe equivaleu a um beijo. Um beijo tão profundo que fez com que a boceta de Anais se abrisse sozinha, como se movida por uma força que vinha de dentro para fora, um tesão de bicho, uma vitalidade que brotava do fundo de suas entranhas.

Naquele momento, não importava mais se havia dor, se havia uma Dome enlouquecida do outro lado da tela. Tudo o que ela queria era submergir sob a paixão do Estranho.

Por isso, quando a Dome voltou a perguntar se ela tinha aprendido alguma coisa (que ela nem sequer imaginava o que fosse), respondeu que sim. Não era mentira. Tinha aprendido, de fato, algo importante a respeito de si própria. Portanto, foi com toda segurança que Alanis respondeu:

- Sim, senhora.

Agora, estava pronta para obedecer ao cardápio de perversões que, irresponsavelmente, preenchera numa noite bêbada.

Agora, estava novamente embriagada. Não de álcool, como da primeira vez. Mas de seus desejos mais obscuros.

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Dominada e fodida pelo skype (1)

Skype ligado. Alanis chama Dome Su. Alguém atende do outro lado da linha. Tem a voz áspera.

- Por que sua câmera está ligada? Quem disse que quero ver sua cara agora?

- Tá, já desliguei.

- Não quero ouvir sua voz. Só que você me responda com o mínimo de palavras e obedeça, entendeu?

- …

- Então, desligue a merda dessa cam e me responda simplesmente.

- …

- Boa menina. Está usando uma calcinha rendada, como eu mandei?

- Estou.

- Ela é bem pequena?

- É.

- Está bem enfiadinha no seu cu?

- Está.

- E na boceta?

- Como assim?

- A calcinha, porra. O elástico está enfiado nas dobras da sua boceta? Está apertando o seu clitóris?

- Antes não estava. Mas agora está.

- Puxe a calcinha para cima.

- Puxei.

- As rendas são ásperas?

- São sim.

- Sim, senhora.

- Sim, senhora.

- O elástico está bem em cima do seu clitóris?

- Está.

- Então, agora sim, ligue a cam e me mostre. Quero ver esse elástico enfiado no seu cu e apertando o seu grelo.

- …

- Levante mais as pernas.

- …

- Abra a boceta com os dedos.

- …

- Puta merda! Não sabe abrir uma boceta? Enfie os dois indicadores na vagina e puxe para os lados. Quero ver esse buraco aberto.

- …

- Não estou vendo nada, porra! Abre mais essa boceta!

- …

- Use os polegares para puxar o capuz do clitóris.

- …

- Pode me explicar por que essa boceta está se fechando? Mantenha esse buraco bem aberto e me mostre o grelo.

- …

- Assim não, sua estúpida. Afaste o elástico para o lado e repuxe a pele para me mostrar o botão do grelo.

- …

- Repuxe mais. Quero ver um botão bem redondinho para fora.

- Mas assim incomoda.

- Cale a boca. Quem perguntou se incomoda?

- …

- Oh, que lindo! E como está duro. Fique parada para eu fotografar.

- …

- Ajuste melhor essa luz. A foto não ficou boa.

- …

- Levante mais os quadris. Quero pegar bem esse buraco meladinho.

- …

- Sabe que ainda vamos nos divertir muito nessa noite, não sabe?

- …

- Pode responder. Sabe?

- Sim, senhora.

- Deixou a porta destrancada como eu mandei?

- Sim senhora.

- Então, não se mexa.

Dome Su saiu da frente da tela, mas era possível escutar o som de teclas de um telefone. Em seguida, um rápido diálogo no qual ela avisava a alguém que já poderia entrar.

Naquele momento, Alanis achou que já tinha ido longe demais. Tudo tinha começado com uma brincadeira em um chat. Estava meio bêbada, ficou com tesão e acabou combinando uma sessão virtual com Dome Su.

Agora estava sóbria. Morta de tesão, mas sóbria. Enquanto tudo não passava de um jogo virtual, tudo bem. Mas a iminente chegada de uma pessoa estranha à sua casa a deixava inquieta.

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A empregadinha siririqueira (4)

(Matilda foi entregue por sua mãe a uma casa de família de hábitos esquisitos. Até agora, tudo o que sabe é que precisa agradar o Sr. Z e escapar das garras de Madelaine, irmã dele. Depois de ganhar uma primeira lição erótica na cozinha da casa, em companhia dos outros empregados, ela finalmente vai começar a servir o Sr. Z)

Assim que pisei no escritório onde o Sr. Z costumava tomar seu desjejum, meus pés afundaram em um tapete tão alto e macio que quase tropecei. Tentando equilibrar a enorme bandeja pesada, avancei pelo cômodo amplo e bem mobiliado. Eu ainda estava tomada pelo embaraço de estar com os botões do decote abertos e de me saber sem calcinha por baixo do vestido. Mas, no momento, minha maior preocupação era saber onde botar a bandeja.

Madelaine não estava ali e não consegui ver o Sr. Z. Havia uma grande mesa de trabalho na parede oposta à da porta. Viradas para a mesa, logo, de costas para mim, duas grandes poltronas de espaldar alto forradas de couro marrom. Entre as duas, uma mesinha baixa, sobre a qual estava um cinzeiro e parte do jornal do dia.

Avancei na direção da mesa grande. Mal pousei ali a bandeja, escutei uma voz grave às minhas costas.

- Ponha a bandeja no lugar correto.

Eu não sabia onde era o lugar correto e fiquei tão assustada que temia até me virar. A voz de trovão lembrava a do meu padrasto, um homem corpulento e assustador, que punia minhas menores faltas com severas surras de rebenque. Mandava que eu levantasse a saia e me debruçasse sobre a mesa da sala. Ele mesmo arriava minha calcinha até os tornozelos e me deixava ali, morta de medo, enquanto ia buscar seu rebenque. A tira de couro duro deixava marcas de um vermelho arroxeado na minha bunda e na parte de trás das minhas pernas – e ele não parava enquanto não me deixava toda riscada.

Meus pensamentos foram interrompidos pela voz de Madelaine, que naquele momento, me pareceu confortadora.

- O que você está fazendo parada aí com essa bandeja na mão?

Virei-me, de olhos baixos, e esperei que ela me dissesse o que fazer.

- Bote na mesinha – disse ela.

Agora eu podia ver a mesa baixa que, até então, estivera oculta pelas poltronas altas. E também pude ver o dono daquela voz assustadora. Meu alívio foi tão grande que quase comecei a rir. O Sr. Z era um homenzinho minúsculo, cujos pés mal tocavam o chão. Estava afundado na poltrona, que parecia maior ainda pelo contraste que oferecia. Vestia um robe de seda discretamente estampado com pequenas coroas douradas sobre um fundo cor de vinho. Seu rosto estava oculto por um jornal aberto.

Apoiei a bandeja na mesinha e servi uma xícara de café forte com pouco leite, como tinham me ensinado na cozinha. Em seguida, cortei uma fatia de pão, lambuzei-a com a deliciosa manteiga de Camila e depositei-a sobre as grandes de pequeno braseiro de ferro – em grande parte responsável pelo peso da bandeja.

Fiz tudo como Camila e Dirce me ensinaram. Quando os dois lados do pão estavam dourados, com as marcas da grade formando listras um pouco mais escuras, botei a torrada num prato e servi ao Sr. Z.

Antes que ele estendesse a mão, Madelaine me interrompeu, pegando a torrada com a ponta dos dedos.

- Está escura demais. Faça outra.

Fiz mais três, obtendo sempre o mesmo resultado. Umas estavam escuras demais, outras claras demais. Por trás de seu jornal, o Sr. Z. parecia alheio ao problema. Finalmente, quando eu já ia cortar a quarta fatia de pão, ele terminou de ler, fechou o jornal e estendeu a mão para pegar o prato com a terceira torrada – a mesma que Madelaine tinha rejeitado. Depois de tantas tentativas frustradas para produzir a torrada perfeita, o café com leite já tinha esfriado na xícara. Mas o homenzinho não pareceu incomodado.

Embora eu estivesse ajoelhada a pouca distância de seus pés, o Sr. Z. ignorou minha presença. Só quando ele terminou de comer, Madelaine falou:

- Zenóbio, esta é Matilda.

Mais uma vez tive vontade de rir. Mas Madelaine me mobilizou com uma sucessão de ordens embraçosas: abrir a blusa e mostrar os seios, levantar a saia, virar, mostrar a bunda, caminhar, voltar, me abaixar, virar, mostrar a boceta, abrir as pernas.

O Sr. Z observava meu desnudamento sem mostrar nenhuma reação. Por fim, Madelaine fez com que eu me aproximasse mais. Tive que apoiar um dos pés em cima do braço da poltrona para abrir bem as pernas. Só então, o homenzinho esboçou um sorriso. Madelaine pareceu muito satisfeita.

- Viu? Esta é virgem. – disse ela ao irmão, como se apresentasse uma torrada mais bem feita do que as outras.

Depois disso, eu já sabia o que fazer. De acordo com as instruções de Camila, Dirce e Otávio (sim, só depois fui descobrir que Otávio era um dos brinquedos especiais do Sr. Z), esperei que ele pegasse o caderno de política do jornal, me ajoelhei entre suas pernas, abri o robe e comecei a chupar seu pau – que já estava duríssimo, por sinal.

Eles tinham razão, era muito mais fácil do que parecia. O pau do Sr. X se ajustava perfeitamente dentro da boca. Dava para metê-lo inteiro, até a garganta, e mesmo assim não chegava a incomodar. Sempre seguindo as instruções recebidas, segurei as bolas contraídas do homenzinho e, enquanto as massageava, comecei a mamar seu pau e depois a tentar engoli-lo. Mamar e engolir. Mamar e engolir. Foi assim que me ensinaram na cozinha. Comecei a achar a brincadeira divertida. Se tudo que eu precisasse fazer para manter meu patrão feliz fosse chupar seu pau, eu teria o emprego mais tranquilo do mundo. Fui pegando o jeito, o ritmo e, quando percebi, o homenzinho suspirava e emitia um gemido rouco e grave que, para minha surpresa, me deixou incrivelmente excitada.

Comecei a chupar o Sr. Z com a urgência do meu próprio tesão. Logo, esquecida do mundo à minha volta, eu também gemia baixinho enquanto devorava seu pau e apertava suas bolas – que agora pareciam duas nozes, quase tão duras quanto o cacete vibrante. Logo, o homenzinho resfolegava como uma fera. A primeira golfada de esperma na minha boca não me surpreendeu. Em vez de sentir nojo, como tantas mulheres que fazem sexo oral pela primeira vez, fui tomada por uma sede animalesca. Eu gemia, engolia, chupava mais e entrava num transe erótico tal que só voltei a mim quando senti meus cabelos sendo fortemente puxados para trás.

Era Madelaine. Abri os olhos, envergonhada por ter me descontrolado daquele jeito.  Mas dei de cara com o Sr. Z, que tinha no rosto uma tal expressão de felicidade que soube imediatamente que teria longa vida naquele emprego.

(A história de Matilda continua? Certamente. Mas não agora. Em breve, as histórias deste blog estarão reunidas em livro. Completas, com detalhes muito mais tesudos e desdobramentos ainda mais excitantes. Aguarde.)

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A empregadinha siririqueira (3)

(No episódio anterior, Matilda já desconfiara de que tinha ido parar numa casa onde o serviço doméstico passava muito dos limites do que sua educação a ensinara a chamar de decência.)

Acordei mais cedo do que seria necessário. Antes que o dia clareasse, já estava vestida com meu uniforme engomado raspando o bico dos seios e vestia uma calcinha larga, pronta para ser arriada no momento certo – como Madelaine me havia recomendado.

Ao chegar à cozinha, já encontrei um bule de café forte coado e outro de leite fervente colocados na beira do fogão a lenha – o lugar que os manteria aquecidos sem deixá-los ferver. Um cheiro de pão fresco tomava conta de todo o ambiente.

Camila já estava em seu posto, tão fresca que parecia ter tomado banho antes de começar a trabalhar – o que só seria possível se ela tivesse acordado no meio da madrugada, muito antes de o sol nascer. Mal entrei na cozinha, fui recebida por seu sorriso.

- Bom dia, Matilda – disse ela com uma voz muito despreocupada, enquanto misturava o café e o leite em uma caneca de bordas grossas e cortava uma generosa fatia de pão fresco. Tudo aquilo foi colocado na mesa à minha frente, juntamente com um potinho de manteiga fresca.

- Aproveite a madrugada para se alimentar, querida – disse ela, com uma voz carinhosa, enquanto me servia. Nunca em minha vida eu tinha obtido comida sem que a tivesse preparado. O fato de ter uma refeição magicamente colocada à minha frente me deixava desconcertada. Por isso, não resisti ao hábito e ofereci ajuda. Camila riu:

- Não se preocupe com isso. Aproveite os preciosos momentos que são só seus. Coma tudo para ficar fortalecida. Daqui a pouco, você deverá preparar a bandeja do desjejum do senhor X.

Entrei em um estado próximo do pânico. Eu não tinha a menor ideia do que deveria servir a meu senhor. E muito menos de como deveria arrumar a comida na bandeja. Camila percebeu minha perplexidade e riu:

- Agradar ao senhor X é muito mais fácil do que parece à primeira vista.

E, enquanto, eu devorava o delicioso pão fresco barrado com uma manteiga leve como creme, e bebia o café forte misturado ao leite espesso, ela completou:

- A única coisa complicada nesta casa é deixar Madelaine feliz.

- Você sabe chupar um pau? – era Rodrigo que estava entrando e tinha escutado parte de nossa conversa.

Gaguejei. Nunca nem sequer tinha me passado pela cabeça botar o membro de um homem na minha boca. Só consegui balançar a cabeça numa negativa assustada.

- E uma boceta? – perguntou Camila.

Menos ainda.

Nesta hora, Otávio e Dulce já estavam sentados à mesa. Eu ainda não tinha prestado atenção em Dulce. Era bonita, meio gorducha e parecia ter a mesma idade que eu. Com um sorriso sacana, sem deixar de olhar para mim, tirou a calcinha, recostou-se na beira de um armário, levantou a saia e me chamou.

- Vem cá que eu vou te ensinar uma coisa, Matilda.

Os outros três aprovaram a ideia com risadas e gritos tão altos que tive medo de que acordassem Madelaine. “Isso mesmo.” “Vai lá.” “Uau, não posso perder isso.” Enquanto me empurravam na direção da boceta de Dulce e se amontoavam em volta para olhar, um dos rapazes lembrou:

- E depois tem que ter aula de chupação de pau também.

- Só se for no meu -, disse outra voz masculina.

Alguém empurrou minha cara entre as pernas de Dulce e não tive outra alternativa a não ser imaginar o que eu gostaria que fizessem se a boceta fosse minha. Comecei lambendo feito um cachorrinho, sem nem mesmo saber onde estava botando a língua.

- Assim não, menina. – reclamou Dulce.

Camila assumiu o controle. Me mostrou como eu deveria prender os lábios de Dulce entre meu polegar e o indicador, como se fosse um beliscão, até que a boceta ficasse quase fechada.

- Olha bem como se faz – orientou Camila. – Você tem que beliscar de um jeito que a pontinha fique para fora. Ela soltou e tentei fazer igual. Depois de algumas tentativas, consegui juntar os lábios da boceta de Dulce da maneira correta. A pontinha do grelo se projetava, mas minúscula. Perguntei se era assim mesmo. A aprovação foi geral.

- Isso. Agora chupa. Mas chupa mesmo, tentando puxar essa pontinha para fora.

Procurei me concentrar, mas era difícil. Precisei de algum tempo até pegar o jeito. Quando acertei, Dulce gemeu de uma maneira que não deixava dúvidas. Eu usava a língua, os lábios e até mesmo os dentes para puxar o botão inchado cada vez mais para fora. E, quanto mais ela gemia, mais a turma gritava palavras de incentivo.

“Agora pode soltar os lábios.” “Isso, vai direto no grelo.” “Bota a linguinha para fora que eu quero ver, porra.”

De repente, senti que alguém enfiava a mão por debaixo da minha saia e puxava o elástico da minha calcinha. Uns dedos ágeis chegaram até a minha boceta. Ao mesmo tempo, outra mão – esta sem nenhuma dúvida masculina – mergulhou no meu decote e apertou o bico dos meus seios.

Enlouqueci. Devorei a boceta de Dulce com uma fome tamanha que os três colegas pareciam uma torcida organizada em final de campeonato. A coisa saiu de controle. Senti bocas que se beijavam acima das minhas costas. Um pau roçando minha orelha. Alguém se debruçou sobre minha bunda e mordeu minha nuca. Nem sei dizer quem gozou primeiro, ou quem deixou de gozar. No fim das contas, parecíamos um bicho com muitas patas e cabeças, em pleno cio, numa orgia orquestrada.

Pouco a pouco, os corpos foram se aquietando. Só se ouviam respirações arquejantes, alguns gemidos atrasados. Ainda embolados, buscávamos recuperar nossas forças quando escutamos uma voz inconfundível às nossas costas.

- De quem foi a ideia de fazer esse … treinamento na novata?

Todos pulamos ao mesmo tempo, recompondo saias, calças e camisas, alisando cabelos, enfim, tentando tornar apresentáveis corpos que tinham acabado de se entregar a uma orgia selvagem. Mas nem adiantava disfarçar. Um forte cheiro de cio impregnava a cozinha.

- Ninguém se apresenta? – ganiu a voz desagradável de Madelaine.

Finalmente, Dulce deu um passo à frente e começou a se justificar:

- Senhora, era para ser só uma brincadeira, mas …

Foi interrompida pela Srta. X.

- Não perca seu tempo tentando explicar o que aconteceu. Não sou idiota, posso muito bem ver que o houve aqui.

Em meio ao silêncio pesado que ocupou a cozinha, Madelaine completou, suavizando a voz:

- Gostei da ideia. Matilda será treinada por nós. Mas nada será feito sem minha supervisão.

Todos nos apressamos a concordar.

Antes de dar as costas, Madelaine completou:

- Por favor, ensinem a novata a arrumar a bandeja. Faltam apenas dez minutos para o desjejum do Sr. X.

 

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A empregadinha siririqueira (2)

(No capítulo anterior, Matilda tinha sido levada pela mãe para ser empregada em uma casa muito estranha. Após um constrangedor teste de virgindade, encontrou-se na cozinha com os outros empregados. Seu coração estava disparado. Não sabia o que encontraria em seu primeiro dia de trabalho.)

Eu ainda não tinha sido apresentada ao Sr. X. Deveria servir seu café da manhã no dia seguinte. Jantei com os outros empregados na cozinha. Embora eu estivesse nervosa demais para conversar, percebi que eles se referiam à Srta X como Madelaine.

A cozinheira se abanava enquanto contava aos outros com um ar cúmplice:

- Hoje, Madelaine me deixou exausta.

A risada foi geral. Todos sabiam do que se tratava, menos eu, que fiquei ali com cara de tacho.

- Ainda bem que ela me deixou em paz – disse uma moça que vestia um uniforme parecido com o meu. – Meus maxilares já não aguentavam mais. – completou, enquanto as risadas aumentavam.

As duas mulheres se voltaram para um homem jovem, forte e alto.

- E você, Rodrigo, tem tido algum descanso?

- Muito pouco – respondeu o rapaz, enquanto metia na boca uma garfada de carne com batatas. Embora mal conseguisse responder, de tanto que enchia a boca, ele não tirava os olhos de mim.

Eu não o culpava pela boca cheia. A comida estava realmente deliciosa. Nunca tinha provado nada tão bom. Pretendia manter minha própria boca ocupada com o guisado enquanto tentava compreender as regras do lugar. Mas não escapei da inquirição. Era muito evidente que eu era a novidade daquela noite. Todos os olhares estavam fixos em mim.

- Qual é o seu nome? – perguntou a cozinheira.

- Matilda.

Os outros se apresentaram. Camila, a cozinheira; Dulce, a lavadeira; Rodrigo, o pajem e Otávio, que até então se mantivera calado, o responsável pelas cavalariças.

- Você é a nova camareira, não é? – indagou Rodrigo, ainda com a boca cheia de carne e batata.

Assenti. Também não tinha a menor vontade de parar de comer para conversar. Eu nunca tinha tido uma comida tão boa e farta na minha frente. Embora soubesse que haveria mais no dia seguinte, não estava acostumada com um jantar como aquele e pretendia aproveitá-lo ao máximo.

- Olha a esfomeadinha – provocou Otávio. Tive vontade de lhe furar os olhos. Mas logo percebi que sua intenção era só puxar conversa.

- Não fique com vergonha. Todos chegamos aqui com uma fome igual à sua. – disse ele, com um sorriso reconfortante.

Enfim, a cozinha era quente, a comida era boa, o quarto era confortável e os outros empregados pareciam formar um grupo amigável. Eu estava feliz, embora alguma coisa me deixasse apreensiva. Tomei coragem e perguntei:

- Por que Madelaine deixa vocês cansados?

A gargalhada foi geral.

- Você ainda não percebeu? – perguntou Dulce, se servindo de mais um prato.

Eu não tinha certeza. E não queria dar uma resposta inadequada, de modo que apenas balancei a cabeça negativamente.

- Ela testou sua virgindade?

A pergunta de Camila me deixou ruborizada. Não queria responder aquilo na frente dos rapazes. Baixei a cabeça.

- Ora, não vai me dizer que ela não examinou sua boceta? – perguntou Rodrigo, me deixando tão envergonhada que não sabia onde enfiar a cara. Todos riam mais ainda. Eu já tinha raspado meu prato. Ainda gostaria de repetir, mas a vontade de ir para meu quarto e ficar um pouco sozinha ainda era maior. Pedi licença e me retirei, sem conseguir olhar para a cara de mais ninguém. Ainda ouvi a voz de Dulce comentando:

- A primeira noite é sempre assim.

Já no quarto, constatei que a porta realmente não fechava. Por mais que eu a encostasse, ela voltava a se abrir. Com a luz apagada, tirei a roupa e me enfiei nas cobertas. Protegida pelo calor da cama macia, já quase dormindo, percebi que estava excitada em um grau que nem sequer poderia imaginar ficar até uns dias atrás.

No escuro, coberta até o pescoço, tateei minha boceta até encontrar o ponto mais sensível. Um pequeno meteoro parecia a ponto de explodir. Embora eu nunca tivesse me masturbado antes, meus dedos pareciam saber o que fazer. Buscaram a fonte úmida e foram deslizando pelo clitóris, deixando-o cada vez mais escorregadio e pulsante. Encontrando o ponto mais sensível, comecei a provocá-lo com a ponta do dedo, massageando em movimentos lentos e circulares.

Com a fome saciada por uma refeição como eu jamais havia provado antes, deitada em um quarto confortável e limpo como eu nunca tinha tido na vida, eu experimentava uma felicidade corporal inusitada. Minha boceta agradecida respondia com um tesão furioso, que convocava a ponta do meu dedo indicador a movimentos cada mais rápidos e certeiros. Agora, minha respiração se acelerava de acordo com o ritmo dos dedos. Mas faltava alguma coisa. Só descobri o que era quando tirei a mão esquerda de sua posição de descanso. Levantei os quadris, deixando que ela escorregasse por debaixo da minha bunda e mergulhei os dedos na boceta encharcada. Aproveitando a lubrificação, mergulhei um dedo no meu cu. Depois um segundo. Em seguida, o terceiro.

E assim, sentindo o cu sendo forçado a se abrir de maneira quase dolorosa e o grelo massageado com uma exatidão furiosa, tive um orgasmo avassalador, que arremessou meu corpo para cima enquanto me deixava tão arquejante que minha respiração só saía em forma de gemidos agudos.

Aos poucos, o ritmo das batidas do meu coração foi se restabelecendo, assim com minha respiração. Arquejando, com os dedos da mão esquerda ainda enfiados no cu e o indicador da direita ainda pressionando meu grelo agonizante, tive a impressão de que alguém me observava da porta do quarto.

Era apenas um vulto recortado no escuro. Não tinha como saber a quem pertencia. Mas de uma coisa eu tinha certeza: fosse quem fosse, me provocaria orgasmos ainda mais intensos, mais avassaladores.

Por algum motivo, achava que era Madelaine quem me espreitava. E, secretamente, torcia para que fosse mesmo ela.

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A empregadinha siririqueira (1)

Começando a atender aos pedidos dos leitores, aqui vai o primeiro capítulo da empregadinha siririqueira.

Minha família sempre foi muito pobre. Até o dia em que completei 18 anos e minha mãe decidiu que eu deveria me empregar em uma casa de família. Ela levou-me pessoalmente até a casa do Sr. X e ficou olhando, com o rosto radiante de felicidade, enquanto a irmã de meu patrão assinava minha carteira de trabalho com um salário muitas vezes superior ao que eu ganharia em qualquer outro lugar com a pouca experiência que possuía.

- Não se preocupe, nós ensinaremos a ela tudo o que precisa aprender – garantiu à minha mãe a Srta.X, uma mulher de jeito austero e precocemente envelhecida.

Emocionada, minha mãe tomou minhas mãos entre as suas:

- Minha filha, por favor, seja uma boa empregada. Esse dinheiro é fundamental para nossa sobrevivência.

Prometi a ela que faria tudo para agradar a meus senhores. Antes de partir, minha mãe ainda ouviu as últimas recomendações da Srta X.:

- Devo alertá-las de que somos muito exigentes. Nem todas as empregadas conseguem permanecer aqui. Aviso logo que sua filha pode ir embora à hora em que quiser. É uma mulher livre. Mas enquanto estiver sob nossos cuidados, terá que se comportar como determinarmos, por mais estranhos que lhe possam parecer nossos costumes.

Com lágrimas de gratidão, minha mãe garantiu à Srta. X que eu não a decepcionaria. E partiu, deixando sobre meus ombros a pesada responsabilidade de sustentar minha família e, ao mesmo tempo, agradar à estranha família.

Assim que minha mãe partiu, a Srta. X conduziu-me até meu quarto, um lugar pequeno e escuro, porém limpo e agradável, se comparado à casa onde eu vivia. Tinha cheiro de desinfetante. Uma cama estreita ocupava quase todo o espaço. Na parede oposta, havia um pequeno armário e uma pia. O banheiro dos empregados era coletivo, como eu viria a descobrir mais tarde.

Antes mesmo que eu começasse a arrumar minhas roupas no armário antigo de duas portas, a Srta X perguntou sem rodeios:

- Você é virgem?

Levei um choque com a pergunta. Mal consegui responder que sim, balançando a cabeça.

- Me mostre – disse ela com rispidez.

Fiquei tão embaraçada que não me ocorria como deveria comprovar minha virgindade.

- Ficou surda? – perguntou ela, visivelmente irritada. – Deite-se e abra as pernas.

Alarmada, lembrei que a porta do meu quarto estava aberta. Qualquer dos empregados que passasse por ali, me veria naquela posição vexatória. Mas a Srta. X era tão incisiva que não admitia contestação.

Fiz o que ela pedia, morta de vergonha. Me deitei, tirei a calcinha e levantei as pernas. Logo senti seus dedos abrindo minha boceta e inspecionando minha vagina. Depois de um tempo que me pareceu excessivamente longo, ela finalmente disse:

- Está muito bem. Pode se levantar.

Entregou-me três uniformes iguais. Eram vestidos pretos de mangas curtas, abotoados na frente e ajustados à cintura por uma estreita faixa de tecido. Apesar da simplicidade do modelo, eram bem cortados e o tecido, de ótima qualidade.

Ao invés de sair para que eu me vestisse, a Srta X permaneceu parada no quarto, ocupando o pouco espaço livre que havia ali. Suportei seu olhar e me espremi enquanto tirava minha saia e minha blusa. Fiquei só de calcinha e sutiã e estendi a mão para pegar o uniforme. Neste momento, ela me interrompeu com sua voz cortante.

- Nada de sutiã.

Só quando eu já estava completamente vestida, com o uniforme cujo tecido já não me parecia tão apropriado, uma vez que exibia os bicos dos meus seios arrepiados como dois pequenos botões, ela voltou a falar com sua voz desagradável.

- A cada vez que o Sr. X se aproximar de você, ou que você entrar em um aposento onde ele esteja, você deve desabotoar a parte de cima do uniforme e abaixar as calcinhas até a metade da coxa.

Antes que eu me recuperasse da surpresa, ela completou:

- É absolutamente necessário que seus seios, seu cu e sua boceta estejam ao alcance dos olhos e das mãos do Sr. X.

Diante da minha expressão atordoada, a Srta. X arrematou:

- E jamais feche as pernas quando estiver perto dele. Mantenha esses joelhos bem afastados.

Dito isso, ela saiu, me deixando com um sentimento que variava entre a absoluta perplexidade e um tesão como eu nunca tinha sentido antes.

Nos meses seguintes, esse tesão inicial seria multiplicado de uma maneira como eu jamais acreditei que fosse possível.

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Cada ideia melhor que outra

Gente … O post anterior trouxe ideias incríveis para os próximos contos. Todas são tão boas que pretendo aproveitá-las – em alguns casos misturando algumas deliciosas taras.

São eles:

Kypris: Mais histórias de confessionário.

Paloma: Lésbicas.

Ki: Podolatria.

Rodrigo: Masturbação feminina.

Cuca: Prazer anal em homens heterossexuais.

Pinto Virgem: Aula de Ballet, Aula de Natação e Sexo dentro do Avião.

Além desses, recebi pelo email:

Sá Fadinha: Exibicionismo público por baixo da mesa.

Aninha Ferrari: Encontro real com uma dominatrix lésbica marcado pela internet.

P. Lada: Empregada novinha dominada pelos patrões.

Adorei todos os temas. Como já adiantei, vou misturar alguns. Aulas de ballet combinam muito bem com lesbianismo e podolatria, não acham? Aulas de natação podem ser misturadas ao prazer anal masculino. A empregada novinha pode muito bem se masturbar loucamente à noite em seu quarto. A dominatrix lésbica também pode exigir de sua sub uma sessão de masturbação pública sob a mesa do restaurante. E a comissária de bordo não pode servir alguma coisa mais picante aos passageiros?

Enfim, nada mais inspirador do que as fantasias dos leitores. Só de imaginar, fiquei molhada. Vocês deixaram meus dedinhos bem nervosos (sobre o teclado, seus maliciosos!) Em breve, novas histórias especialmente para vocês.

 

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Agora é sua vez de contar

Que tipo de história você gostaria de encontrar nas próximas novelas eróticas do A Pornógrafa?

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Depilando a boceta da Sra. K (4)

(No capítulo anterior, Katrine, a jovem arrogante que havia se tornado minha cliente, tinha acabado de cair numa cilada. Deixei-a nua, com as pernas abertas, se masturbando na frente do meu mensageiro. Mas, antes que começasse a gozar, abri a porta num rompante e interrompi o clima.)

- O que é que está acontecendo aqui? – voltei a perguntar.

Meu mensageiro escapuliu pela porta como tínhamos combinado. Sobrou Katrine, a jovem peluda e autoritária, com as pernas abertas pela mesa ginecológica, e prestes a ter um orgasmo. De tão envergonhada, não conseguia articular uma resposta decente. E à falta de resposta, fechou os joelhos, deixando apenas os calcanhares nos apoiadores.

Fui até a mesa de trabalho e verifiquei que a cera já estava no ponto de ser aplicada. Puxei meu banquinho de modo a ficar exatamente entre as pernas de Katrine, afastei seus joelhos e retirei a toalha molhada que cobria sua boceta sem nenhuma cerimônia.

- Olha o estado desse grelo – exclamei como se estivesse irritada. Não estava, muito pelo contrário. Fiquei radiante ao dar de cara com uma vagina encharcada e um clitóris que ameaçava botar sua cabecinha vermelha para fora de seu capuz.

Como resposta, obtive silêncio. Só o som da respiração alterada de minha cliente se fazia ouvir no ambiente. Portanto, prossegui. Com os polegares, abri os lábios da boceta de Katrine até fazer com que seu grelo quase pulasse para fora.

- Mas você é uma vagaba muito sem-vergonha – exclamei, enquanto prendia seu clitóris entre meus dedos, puxava e torcia. Como eu esperava, Katrine deu um gritinho, não se sabia se de incômodo ou de tesão. Como limitou-se a arquejar, prossegui. Meti um dedo em sua vagina encharcada e forcei o períneo para baixo, como se fosse rasgá-lo, fazendo com que minha cliente gemesse.

- Agora, vamos esquentar essa bocetinha; deixá-la vermelha e inchada de verdade – informei.

Diante do silêncio submisso de Katrine, passei uma camada de cera quente em cada lábio, como qualquer depiladora faria.

Se você é mulher e já fez depilação íntima, sabe bem do que vou falar: somos todas umas sonsas. O toque da espátula espalhando cera quente pelos lábios, repuxando os pelos e pegando a lateral do clitóris provoca uma imediata irrigação sanguínea no local. O resultado é uma excitação fodida, que todas disfarçamos falando da empregada ou da novela. Assim que a cera endurece, formando uma capa dura sobre a boceta, não há mulher que não fique em ponto de bala.

Katrine não era exceção. Verifiquei o ponto de endurecimento da cera dando ligeiras batidas. Estava pronta. Puxei um lábio de cada vez. Obtive um tapete de cerdas negras, uma faixa de pele salpicada de sangue e um grito que me causaria pena se não viesse acompanhado de um visível aumento de sua excitação. Sem perder tempo, levantei mais seus quadris, mandei que usasse as mãos para abrir a bunda e passei uma generosa camada de cera quente em torno de seu cu.

Nos minutos seguintes à depilação da boceta, parece que todo o resto fica anestesiado. A puxada dos pêlos do cu nem chega a doer. Provoca mais uma ardência, que nem é de todo desagradável. Mesmo assim, ela gritou.

- Ah, coitadinha da vagaba … – exclamei sonsamente. Molhei o dedo em sua boceta encharcada e comecei a massagear o grelo de pedra que se apresentava.

O clitóris de Katrine era um espetáculo em si, uma confissão da derrota de seu orgulho. O botão firme e redondo se projetava para além dos lábios de sua boceta inchada em claro sinal de rendição. Por isso, em vez de passar o óleo removedor de cera em seus lábios, untei seu pequeno botão agonizante – sem que ela reclamasse ou questionasse o que eu fazia. Em seguida, afastei seus lábios e passei uma boa camada de cera quente diretamente sobre o grelo.

Acredita que ela não gritou? Pelo contrário, deu um suspiro profundo enquanto a forte camada de calor cobria o que havia de mais sensível em seu corpo e, pouco em seguida, o aprisionava em um casulo de cera sólida. E ali estava a pobre madame orgulhosa, encarcerada num pré-orgasmo enlouquecedor.

Katrine estava tão desorientada que não discutiu quando mandei que se levantasse da maca e se ajoelhasse no chão. Mas compreendeu rapidamente o que deveria fazer quando levantei minha saia e aproximei meus quadris de seu rosto. A voracidade com a qual se atirou entre minhas pernas sugeria que já conhecia aquele percurso. Alguém já a havia treinado a estar de joelhos e a dar o máximo de si. Além disso, sem dúvida nenhuma, ela conhecia a anatomia do prazer feminino. A maneira como usou os polegares para abrir minha boceta, a habilidade com que usou lábios e dentes para chupar meu clitóris, me deu uma certeza: Seu amante não era um homem, mas uma mulher. Uma mulher sofisticada e exigente.

Foi a minha vez de suspirar e me entregar ao seu talento. Mas não sem antes tomar a decisão de manter sua bocetinha encarcerada em seu casulo de cera até que sua amante atendesse a meu chamado e chegasse a meu consultório.

Deixei que a boquinha hábil de Katrine fizesse seu trabalho enquanto eu imaginava a surpresa de sua dona teria ao ser chamada ao telefone e convidada a assistir ao final de nossa sessão. Gozei uma vez, duas, três. A danada era boa naquilo.

Quando voltei a mim, dei com meu assistente de olhos arregalados para a cena. Seria óbvio mandar Katrine chupar o pau duríssimo que se anunciava através da calça jeans. Mas eu queria sua boca livre para falar ao celular. Por isso, liguei a câmera, disse que ela continuasse de quatro e ofereci seu cu ao assistente, que não perdeu tempo. Botou o caralho para fora e começou a forçar o buraquinho apertado que lhe era oferecido. Eu já o tinha visto em ação outras vezes. Sabia que conseguiria manter uma esplêndida ereção por tempo suficiente para abrir caminho aos poucos, para ir convencendo o corpo de Katrine a se abrir. Ele não tinha pressa. Nunca. Forçava um pouco, recuava, voltava a meter, tirava. Parecia que a conquista o divertia. Na realidade, ele era vaidoso. Queria que sua vítima gostasse de ser enrabada.

Assim que percebi que Katrine começava a fraquejar, peguei seu celular e disse:

- Agora, liga para a sua amante e pede para ela vir até aqui.

Mas ela mal conseguia falar. Meu assistente já tinha conseguido enfiar seu pau inteiro no cuzinho apertado. Havia se debruçado sobre o corpo de Katrine, mergulhado suas mãos entre as pernas da madame e encontrado a boceta apertada em sua prisão de cera.

Eu não contava com o que ele faria em seguida. O danado começou a puxar a cera aos pouquinhos, enquanto enrabava Katrine – que já não resistia. Pelo contrário. Gemia, rebolava, pedia mais.

Ajustei melhor a câmera, acertei a luz. Não podia perder uma cena daquelas: a bocetinha vermelha e inchada sendo puxada para fora de seu casulo de cera, o cu rendido ao pau experiente de meu assistente, o descontrole cada vez maior da orgulhosa Sra. K – que havia entrado em meu consultório apenas uma semana antes como se fosse uma rainha.

Pois ali estava a pobre soberana destronada, reduzida a seu puro desejo. Céus! Como gritava, como gozava. Que incríveis orgasmos faziam seu corpo – antes tão cheio de soberba – se contorcer em espasmos que obviamente ela não conseguia – e nem queria – controlar.

Desliguei a câmera, pois não havia mais o que filmar. Só o corpo perfeitamente depilado de Katrine, que arriava no chão como se fosse um pedaço de carne. Como o corpo de qualquer um de nós, pobres mortais, eternos prisioneiros da volúpia e do prazer depois de uma sucessão de orgasmos.

FIM

 Obs: Será mesmo o fim? A cena é tão sugestiva de uma continuação que não descarto retomá-la em breve. Imagine a amante de Katrine chegando. As inúmeras possibilidades que sugerem duas mulheres dominantes, um homem viril e uma submissa disfarçada em rainha …. Algo me diz que vou retomar esses personagens em breve. Mas, por enquanto, vamos deixar Katrine ter uns dias de sossego.

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