Depilando a boceta da Sra. K. (2)

(No último capítulo, fomos apresentados a uma depiladora pouco convencional. Digamos que ela tivesse um prazer especial em seu trabalho. Agora, a Sra. K. acabou de entrar em seu consultório.)

Foi assim que conheci K. Jovem, bonita, cabeluda e esnobe.

- Boa tarde, K. Acho que a secretária se distraiu. Sua ficha não diz o que você quer fazer – disse eu assim que ela entrou na sala.

- Sra. K. – ela me corrigiu com rispidez, enquanto dava dois passos e olhava tudo com um misto de curiosidade e arrogância.

Ah, mas eu ia adorar dobrar aquele orgulho com uma boa camada de cera quente.

- Pois não, Sra. K. – disse eu, com falsa humildade e mal contendo a excitação. – E o que a senhora gostaria de depilar?

Ela simplesmente desabotoou o vestido e o deixou cair no chão, revelando um corpo incrivelmente peludo.

As axilas apresentavam uma sombra escura, como a do rosto de um homem barbeado de véspera. Os bicos dos seios eram emoldurados por grossos fios negros, longos e encaracolados, que provavelmente deixariam pontinhos de sangue assim que fossem arrancados. Um caminho de fios negros e sedosos partia do umbigo na direção da mata que encobria o púbis. Ainda não dava para ver o resto. Mas era de supor que não fosse decepcionar.

- Estou apaixonada por um homem que gosta de mulheres lisas – disse ela, sem alterar a voz. – Quero tirar tudo – completou, se dirigindo à minha maca e se deitando sem esperar meu convite.

Geralmente, deito a mulher com a mesa ainda fechada, no formato de uma maca comum, com o corpo estendido e as pernas fechadas. Mas K. era tão arrogante que resolvi quebrar logo seu topete. Puxei seus quadris para baixo até que ficassem na beirada da parte móvel da maca, levantei os estribos metálicos e mandei que ela apoiasse ali seus calcanhares. Como ela tinha pernas muito longas, ajustei os apoiadores, obrigando-a a abrir os joelhos e coxas até que ela reclamasse. Eu sabia que tinha forçado a musculatura interna de suas coxas, mas era isso mesmo que eu queria. Não pedi desculpas. Mandei que ela levantasse os braços e desencaixei a parte inferior da mesa.

As camas ginecológicas têm essa vantagem. Quando se baixa a tábua inferior e encaixa os calcanhares da cliente nos estribos laterais, o corpo da mulher fica apoiado apenas na altura dos rins, deixando a boceta e o cu soltos no ar. Prontos para serem manipulados à vontade.

Então, ali estava a Sra. K, nua, com os braços levantados e as pernas abertas no máximo que aguentavam na posição. Deixei-a ficar bem exposta por alguns minutos, enquanto eu começava a derreter os tabletes de cera na panela elétrica apropriada. Sem a menor pressa.

Anotei mentalmente a ideia de chamar o mensageiro até minha sala e pedir que ele fosse até a esquina comprar qualquer coisa. Mas isso ia ficar para uma próxima vez, caso a Sra. K. retornasse. Muitas não retornavam. Mas minha intuição dizia que ela voltaria muitas vezes, cada vez mais mansinha.

Comecei pelo buço, que é uma das regiões mais dolorosas. Deixei que a cera se espalhasse um pouco por cima de seu lábio superior, só para vê-lo inchado. Sempre faço isso. Depois de algumas passadas e puxadas firmes, os olhos ficam molhados, as lágrimas escorrem pelos lados do rosto e a boca fica avermelhada e volumosa, muito sensual.

Em seguida, parti para as axilas. Algumas mulheres mal sentem a depilação neste lugar, mas outras são muito sensíveis. Dá para perceber na primeira passada da espátula carregada de cera quente, quando a mulher contrai o corpo para conseguir suportar as cócegas. Para saber exatamente o que vou encontrar, antes da cera, passo uma toalha áspera molhada em loção antisséptica morna.

Quando passei a toalha nas axilas da Sra. K., ela deu um pulo.

- Sente cócegas? – perguntei sonsamente.

- Demais – ela respondeu, quase se retorcendo.

Mandei que ficasse quieta e expliquei que a toalha quente servia para desinfetar o local, evitando que os folículos inflamassem depois da depilação, além de ajudar a dilatar os poros. Passei a toalha no mesmo lugar tantas vezes quantas tive vontade, apertando com a ponta dos dedos quando sentia que tocava uma região especialmente sensível. Só parei quando percebi que ela estava ficando cansada da sensação e as cócegas perdiam seu efeito.

Quando tirei a toalha, seu corpo relaxou de tal maneira que quase me deu pena. Isso sempre acontece depois de uma sessão de cócegas. Mas antes que ela se entregasse à sensação de alívio, passei a espátula com cera mais quente do que o necessário em cada uma de suas axilas. Ela não protestou.

Enquanto eu esperava que a cera endurecesse, comecei a massagear os bicos dos seios com a toalha molhada, esfregando, torcendo e apertando sem que a Sra. K reclamasse.

Ela parecia mais surpresa do que ofendida com minha ousadia. Eu tinha certeza de que ela já devia estar com a boceta encharcada e comecei a ficar excitada só de pensar em dar um trato no seu clitóris com a toalha áspera e a cera quente.

Mas eu também sabia que os 50 minutos da sessão de depilação não seriam suficientes para que eu chegasse até a bocetinha do jeito como eu gostaria de chegar. Ainda havia muito o que fazer até lá. Sempre gostei de preparações longas.

(continua no próximo capítulo)

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5 respostas a Depilando a boceta da Sra. K. (2)

  1. Lulu marins disse:

    Aí, estava ficando empolgada já. Ótimo texto, espero anciosa a continuação.

    • Rodrigo disse:

      Realmente, Lulu, o fim dessa parte deixou um gostinho de quero mais, vou ficar só no F5 esperando a proxima atualização…rs

  2. Fabricio Lima disse:

    Nossa to, ancioso para continuar a leitura. Posta logo.

  3. Alemão disse:

    Ansioso pela continuidade…adoro histórias de depilação rsrsrs

  4. Pingback: Depilando a b,,, da Sra. K. A Vida Secreta.

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