Depilando a boceta da Sra. K (4)

(No capítulo anterior, Katrine, a jovem arrogante que havia se tornado minha cliente, tinha acabado de cair numa cilada. Deixei-a nua, com as pernas abertas, se masturbando na frente do meu mensageiro. Mas, antes que começasse a gozar, abri a porta num rompante e interrompi o clima.)

- O que é que está acontecendo aqui? – voltei a perguntar.

Meu mensageiro escapuliu pela porta como tínhamos combinado. Sobrou Katrine, a jovem peluda e autoritária, com as pernas abertas pela mesa ginecológica, e prestes a ter um orgasmo. De tão envergonhada, não conseguia articular uma resposta decente. E à falta de resposta, fechou os joelhos, deixando apenas os calcanhares nos apoiadores.

Fui até a mesa de trabalho e verifiquei que a cera já estava no ponto de ser aplicada. Puxei meu banquinho de modo a ficar exatamente entre as pernas de Katrine, afastei seus joelhos e retirei a toalha molhada que cobria sua boceta sem nenhuma cerimônia.

- Olha o estado desse grelo – exclamei como se estivesse irritada. Não estava, muito pelo contrário. Fiquei radiante ao dar de cara com uma vagina encharcada e um clitóris que ameaçava botar sua cabecinha vermelha para fora de seu capuz.

Como resposta, obtive silêncio. Só o som da respiração alterada de minha cliente se fazia ouvir no ambiente. Portanto, prossegui. Com os polegares, abri os lábios da boceta de Katrine até fazer com que seu grelo quase pulasse para fora.

- Mas você é uma vagaba muito sem-vergonha – exclamei, enquanto prendia seu clitóris entre meus dedos, puxava e torcia. Como eu esperava, Katrine deu um gritinho, não se sabia se de incômodo ou de tesão. Como limitou-se a arquejar, prossegui. Meti um dedo em sua vagina encharcada e forcei o períneo para baixo, como se fosse rasgá-lo, fazendo com que minha cliente gemesse.

- Agora, vamos esquentar essa bocetinha; deixá-la vermelha e inchada de verdade – informei.

Diante do silêncio submisso de Katrine, passei uma camada de cera quente em cada lábio, como qualquer depiladora faria.

Se você é mulher e já fez depilação íntima, sabe bem do que vou falar: somos todas umas sonsas. O toque da espátula espalhando cera quente pelos lábios, repuxando os pelos e pegando a lateral do clitóris provoca uma imediata irrigação sanguínea no local. O resultado é uma excitação fodida, que todas disfarçamos falando da empregada ou da novela. Assim que a cera endurece, formando uma capa dura sobre a boceta, não há mulher que não fique em ponto de bala.

Katrine não era exceção. Verifiquei o ponto de endurecimento da cera dando ligeiras batidas. Estava pronta. Puxei um lábio de cada vez. Obtive um tapete de cerdas negras, uma faixa de pele salpicada de sangue e um grito que me causaria pena se não viesse acompanhado de um visível aumento de sua excitação. Sem perder tempo, levantei mais seus quadris, mandei que usasse as mãos para abrir a bunda e passei uma generosa camada de cera quente em torno de seu cu.

Nos minutos seguintes à depilação da boceta, parece que todo o resto fica anestesiado. A puxada dos pêlos do cu nem chega a doer. Provoca mais uma ardência, que nem é de todo desagradável. Mesmo assim, ela gritou.

- Ah, coitadinha da vagaba … – exclamei sonsamente. Molhei o dedo em sua boceta encharcada e comecei a massagear o grelo de pedra que se apresentava.

O clitóris de Katrine era um espetáculo em si, uma confissão da derrota de seu orgulho. O botão firme e redondo se projetava para além dos lábios de sua boceta inchada em claro sinal de rendição. Por isso, em vez de passar o óleo removedor de cera em seus lábios, untei seu pequeno botão agonizante – sem que ela reclamasse ou questionasse o que eu fazia. Em seguida, afastei seus lábios e passei uma boa camada de cera quente diretamente sobre o grelo.

Acredita que ela não gritou? Pelo contrário, deu um suspiro profundo enquanto a forte camada de calor cobria o que havia de mais sensível em seu corpo e, pouco em seguida, o aprisionava em um casulo de cera sólida. E ali estava a pobre madame orgulhosa, encarcerada num pré-orgasmo enlouquecedor.

Katrine estava tão desorientada que não discutiu quando mandei que se levantasse da maca e se ajoelhasse no chão. Mas compreendeu rapidamente o que deveria fazer quando levantei minha saia e aproximei meus quadris de seu rosto. A voracidade com a qual se atirou entre minhas pernas sugeria que já conhecia aquele percurso. Alguém já a havia treinado a estar de joelhos e a dar o máximo de si. Além disso, sem dúvida nenhuma, ela conhecia a anatomia do prazer feminino. A maneira como usou os polegares para abrir minha boceta, a habilidade com que usou lábios e dentes para chupar meu clitóris, me deu uma certeza: Seu amante não era um homem, mas uma mulher. Uma mulher sofisticada e exigente.

Foi a minha vez de suspirar e me entregar ao seu talento. Mas não sem antes tomar a decisão de manter sua bocetinha encarcerada em seu casulo de cera até que sua amante atendesse a meu chamado e chegasse a meu consultório.

Deixei que a boquinha hábil de Katrine fizesse seu trabalho enquanto eu imaginava a surpresa de sua dona teria ao ser chamada ao telefone e convidada a assistir ao final de nossa sessão. Gozei uma vez, duas, três. A danada era boa naquilo.

Quando voltei a mim, dei com meu assistente de olhos arregalados para a cena. Seria óbvio mandar Katrine chupar o pau duríssimo que se anunciava através da calça jeans. Mas eu queria sua boca livre para falar ao celular. Por isso, liguei a câmera, disse que ela continuasse de quatro e ofereci seu cu ao assistente, que não perdeu tempo. Botou o caralho para fora e começou a forçar o buraquinho apertado que lhe era oferecido. Eu já o tinha visto em ação outras vezes. Sabia que conseguiria manter uma esplêndida ereção por tempo suficiente para abrir caminho aos poucos, para ir convencendo o corpo de Katrine a se abrir. Ele não tinha pressa. Nunca. Forçava um pouco, recuava, voltava a meter, tirava. Parecia que a conquista o divertia. Na realidade, ele era vaidoso. Queria que sua vítima gostasse de ser enrabada.

Assim que percebi que Katrine começava a fraquejar, peguei seu celular e disse:

- Agora, liga para a sua amante e pede para ela vir até aqui.

Mas ela mal conseguia falar. Meu assistente já tinha conseguido enfiar seu pau inteiro no cuzinho apertado. Havia se debruçado sobre o corpo de Katrine, mergulhado suas mãos entre as pernas da madame e encontrado a boceta apertada em sua prisão de cera.

Eu não contava com o que ele faria em seguida. O danado começou a puxar a cera aos pouquinhos, enquanto enrabava Katrine – que já não resistia. Pelo contrário. Gemia, rebolava, pedia mais.

Ajustei melhor a câmera, acertei a luz. Não podia perder uma cena daquelas: a bocetinha vermelha e inchada sendo puxada para fora de seu casulo de cera, o cu rendido ao pau experiente de meu assistente, o descontrole cada vez maior da orgulhosa Sra. K – que havia entrado em meu consultório apenas uma semana antes como se fosse uma rainha.

Pois ali estava a pobre soberana destronada, reduzida a seu puro desejo. Céus! Como gritava, como gozava. Que incríveis orgasmos faziam seu corpo – antes tão cheio de soberba – se contorcer em espasmos que obviamente ela não conseguia – e nem queria – controlar.

Desliguei a câmera, pois não havia mais o que filmar. Só o corpo perfeitamente depilado de Katrine, que arriava no chão como se fosse um pedaço de carne. Como o corpo de qualquer um de nós, pobres mortais, eternos prisioneiros da volúpia e do prazer depois de uma sucessão de orgasmos.

FIM

 Obs: Será mesmo o fim? A cena é tão sugestiva de uma continuação que não descarto retomá-la em breve. Imagine a amante de Katrine chegando. As inúmeras possibilidades que sugerem duas mulheres dominantes, um homem viril e uma submissa disfarçada em rainha …. Algo me diz que vou retomar esses personagens em breve. Mas, por enquanto, vamos deixar Katrine ter uns dias de sossego.

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13 respostas a Depilando a boceta da Sra. K (4)

  1. Alemão disse:

    Nossa, há tempos não lia algo tão bom. Parabéns!!!

  2. Bob disse:

    Primeiro conto que leio aqui, fantástico, leitura estimulante!

  3. TuttiFrutti disse:

    Nossa muitoo bom …
    Confesso que fiquei exitada e tive que me toca
    E confesso mais uma coisinha, então as coisas que sentia com minha depiladora não era só dor e sim tesão…

  4. marília disse:

    nossa adorei o conto!!!
    sou depiladora , e achei muito excitante o relato.
    bjosss
    mah

  5. Amanda disse:

    Nossa!!! Um conto realmente excitante!!! Adorei!!!

  6. hipócrita disse:

    essa cera é poderosa, perigosa, cruel quando em mãos pecaminosas. para finalizar, o assistente não levou uma cerazinha na ponta do pau?

    • A Pornógrafa disse:

      Hmmm … boa ideia, Hipócrita. Não tinha pensado nisso, mas ficou registrado para as próximas;-)

  7. K³ disse:

    Nossa, quer depilar meu saco? Esse papo de passar maquininha já deu, quero depilar ele com cera. Como faço para marcar hora com vc? rsrs

  8. Paulo disse:

    Achei esse conto bem elaborado,cheio de suspense e muito tesão realmente, mesmo com muito sono que estava devido uma canseira ,fiquei com meu caralho muito duro,e só sosseguei depois de dar uma metida,parabéns pelo conto…muito bom.

  9. thais disse:

    Nossa, adorei fiquei muito molhadinha, pois isso acontece muito comigo quando vou na minha depiladora, sempre sentia muito tesão e ficava meio envergonhada achando que eu estava sendo errada em sentir tesão na hora da depilação.. adorei e fiquei aliviada.

  10. Daniela S. Moura disse:

    Pois é………..e ainda tem gente que acha 50 tons interessante…………faça-me o favor, viu????

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