O SEXO DO FUTURO

20 jul

[ Este texto foi postado originalmente do SEXO VERBAL quando eu era colunista por lá, mas o blog tal como era na época saiu do ar, resolvi republicar por aqui para quem não teve oportunidade de ler na época.
E uma novidade: tem texto meu no AVS sobre Ejaculação Feminina e Ponto G.  Clique AQUI para ler.]

Vivemos numa sociedade onde ser diferente custa caro, resulta no preconceito e na exclusão. Até quando?

Este tema me fez lembrar da entrevista que a sexóloga Regina Navarro Lins, deu à “Isto é” em 2005, na época do lançamento de seu livro “O Livro de Ouro do Sexo”. Nesta entrevista ela afirma entre outras coisas que o casamento, na forma como conhecemos hoje vai acabar; que a sexualidade da forma como é vivenciada sofrerá radicais mudanças num futuro próximo.
Todas as afirmações da autora são baseadas em 2 anos de pesquisas, estudos e alguns “sinais da sociedade”.

Vamos ver algumas das previsões mais polêmicas de Regina sobre sexo e relacionamento:

  • A exclusividade sexual vai acabar. Amar alguém e não ter mais tesão por ninguém é uma idéia FALSA. É um conceito trazido pelos valores do amor romântico. Já percebe-se claramente nos padrões de relacionamento atual, a falência do amor romântico, as pessoas estão mais individualistas, o parceiro não é mais escolhido cegamente, guiado apenas pela paixão, hoje outros valores entram em cena, afinidades culturais, econômicas e sexuais; estamos mais objetivos e realistas. Com o fim do romantismo viria o fim da exclusividade e as pessoas passariam a aceitar com naturalidade o desejo sexual por outras pessoas. A médio prazo, então, Regina prevê que será comum termos vários parceiros num mesmo tempo, ou seja, será bem possível que tenhamos um com quem o sexo é mais gostoso, outro com quem viajar, fazer programas culturais é mais prazeroso, outro com quem ter filhos é um assunto vivenciado mais seriamente, e assim por diante.
  • Sobre o casamento, ela diz, que é o local onde se pratica MENOS sexo e ainda arrisca afirmar que a maioria das pessoas pratica pouco e com baixa qualidade. Com isso a tendência é diminuir a prática com o modelo conhecido de hoje – duas pessoas vivendo sob o mesmo teto, regido pela exclusividade e cercado de cobranças. A prática de swing e troca de casais está se tornando corriqueira, são muitos os casais que já frequentam clubes específicos; mas segundo a autora, a tendência mais forte e que predominará na evolução do comportamento sexual, é o sexo a tres. A afirmação é baseada numa pesquisa onde a pergunta “Você gostaria de fazer sexo a tres?” foi respondida por mais de 2000 pessoas e 80% delas afirmaram “Sim”. Regina vê este resultado como uma tendência que se tornará realidade num futuro próximo, já que o sexo a tres é uma prática antiga, onde o usual são 2 mulheres e um homem, devido à carga de valores patriarcais que o homem carrega, não admitindo estar com outro homem numa cama. Entretanto, para ela, com as transformações que vivenciamos no comportamento sexual isto tende a diminuir.
  • E com a questão do sexo a tres viria um outro fenômeno a reboque: caminhamos para a androginia, mas a Androginia no sentido da pessoa ser mais inteira, ter dentro dela a HARMONIA entre feminino e masculino, sem necessidade de mutilar aspectos importantes de sua personalidade. Para a autora, o conceito envolve a capacidade de dissolver a divisão entre o que seria ser homem ou ser mulher. As pessoas são o que são e gostaríamos delas pelas suas características de personalidade, pelo jeito de ser, pelo cheiro, pelo gosto e não por ser deste ou daquele gênero. Ela exemplifica afirmando que não existe mais diferenciação entre o que interessa somente ao homem ou só a mulher, existe uma universalização de interesses e não apenas no campo sexual.

Em síntese são estas as previsões de Regina Navarro (para ler a entrevista na íntegra clique aqui). São totalmente libertárias e revolucionárias, de certa forma viáveis a LONGO prazo; e mesmo sendo um movimento complicado devido a diversos condicionamentos e valores (ciúmes e fidelidade por exemplo), acredito que uma parcela da sociedade tenha potencial para evoluir neste sentido, especialmente a relacionada às opções de direcionamento sexual. Além de sinalizar o rompimento de preconceitos em relação às minorias rotulados como fora do padrão.
Lógico que muitas pessoas continuarão preferindo o casamento tradicional, o sexo tradicional e as visões mais conservadoras de sexualidade. Entretanto, os mais observadores vem sentindo que uma mudança está sendo alinhavada lentamente no âmago da sociedade, e isto ao meu ver é bastante visível e perfeitamente possível (sem generalizações evidentemente).
E vocês, o que acham?

NOVIDADE

21 jun

Gente, hoje não tem nenhum post aqui, mas tenho uma novidade incrível.

A partir deste mês, pelo menos uma vez, estarei no portal A VIDA SECRETA com uma coluna mensal onde escreverei as safadezas de sempre… Às vezes um conto, noutras umas dicas prá deixar o sexo mais gostoso e caliente.

Apareçam prá conferir a estréia!  Basta clicar AQUI.

VARIANDO NA CAMA

2 jun

Um Kamasutra moderninho com trocentas posições diferentes e algumas análises daquelas que dão mais prazer, oferecem mais proximidade, estimulam o ponto G… e mais, muito mais.
Sei não… será que variar posições pode reduzir o desgaste que a rotina que um relacionamento de longos anos traz? Tem gente que prefere mesmo é variar de parceiro, mas esta é outra conversa
(risos).

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[ clique em Menu ->Fullscreen para ver em tela cheia! ]

FIO TERRA – por que não?

17 mai

Ainda na cama, após transarem, pinta um clima estranho.

M: – E aí amor, que foi que aconteceu?
H: – Como assim?
M: – Por que você ficou todo estranho quando coloqei meu dedo na sua bunda? E agora tá aí desse jeito, nem olha prá mim…
H: – [fica sem graça e demora a responder] Vamos voltar um pouco? Porque você colocou seu dedo na minha bunda Maria Luíza?
M: – Não sei… [dando de ombros]
H: – Estamos casados há 3 anos e você nunca fez isso…
M: – Bem… as mulheres fazem isto às vezes.
H: – Você já fez isto?
M: – Sim, bastante.
H: – Como assim??! [incrédulo]
M: – Eu sou enfermeira, bobinho. Remember? [rindo]
H: – [olha prá ela e coça a testa]
M: – E aí hoje quando a gente começou a transar, pensei “É… talvez o Luis Augusto goste disto também”.
H: – Bom… Eu não gosto, Maria Luíza. Então, por favor, não faça de novo, ok?
M: – Ok. Então deixa ver se eu entendi… Você não quer nada enfiado no seu cu, mas quer enfiar seu pau no meu.
H: – Como assim? Quem disse isso?!
M: – Como quem disse isso? Todos os homens não fantasiam comer o cu das suas mulheres?
H: – Eu não! [convicto, negando com o dedo também]
M: – Você não? Como assim Luis Augusto??!
H: – Não. E nunca entendi isso: você está a milimetros do melhor lugar do mundo, quentinho, gostoso, meladinho, por que ia querer se enfiar num cuzinho seco?
M: – Ok. Então você está menosprezando meu cu?
H: – Nãããããão!! Tenho certeza que seu cuzinho é ótimo meu amor, mesmo sem nunca ter visto.
M: – Mas devia, sabe? Afinal…
H: – Afinal o quê Maria Luiza?
M: – Ah… alguém pode conhecer antes de você. [olhando para o teto]
H: – Como assim???! [visivelmente irritado]
M: – Já pensou se você precisar me identificar? Sou sua esposa e você devia saber tudo sobre mim.
H: – Pirou Maria Luíza?! Você quer dizer que num acidente, seus dentes e digitais serão destruídos, mas seu cu vai sobreviver… Fala sério!
M: – [calada, encarando o marido]
H: – Tá bom, tá bom… Eu dou uma olhada.
M: – [fica de 4, com o bundão delicioso empinado para cima]
H: – [inspeciona aquele rabo gostoso... de longe, de perto, mais perto, mais perto ainda... começa a alisar]
M: – Chega, né Luis Augusto?! [voltando a sentar e encarando o marido]
H: – Bom… Agora que eu vi, até pensei… [de pau duro]
M: – Pensou?? Esqueça Luis Augusto. Esqueça!!! [vira pro lado, se cobre e deita] Boa noite.

(inspirado numa estória que ouvi por aí)

RAPIDINHA

13 mai

va-me.jpg

Pratos empilhados na bagunça da pia, tuas mãos que tateiam, tua boca que quer comer. Almoço servido. Mordida, beijo, mãos que apertam e puxam, rasgam a roupa, afoitas. Sobem e descem, arranham. Boca que suga, morde, me bebe…

Fome. Meu gosto escorre pelo canto do teu lábio. Tua mão pela cintura, desliza e impetuosa me puxa. Teu olho no meu quase ordena: “vem!”
Língua que lambe, que prova e lembra o gosto que ficou guardado junto com o cheiro d’uma camisa no fundo do armário. Língua que desce e prova o gosto doce-azedo do meu seio. Um pouco de sal no meio da pressa, biquini arrancado, língua deslizando pelas pernas. Arrepio.

Peito forte que aquece, acolhe. Braços de aço que apertam, pêlos que arranham e descem pelo baixo ventre, machucam com gosto. Excitam.

Molhada, minha língua desliza… chupa, bebe teu leite.
E
ntras… quente, duro.
Põe fim a essa saudade, põe fogo entre minhas pernas.

(foto: Oleg Kosircv)

CONFISSÕES DE ADOLESCENTE

5 mai

Aulas podem ser algo chato, mas estas com certeza não eram nem um pouco.

Lucas era uma tentação de professor de aulas particulares. O que tinha de lindo, também tinha de arrogante, eu sentia um misto de antipatia e tesão por ele, algo desconfortável e ao mesmo tempo excitante. Sentávamos lado a lado diante do monitor e aquelas duas horas eram um verdadeiro exercício de resistência, afinal meu namorado na época era um cara que declarava abertamente que pulava a cerca de vez em quando, mas só como exercício de masculinidade, já que me reservava todo seu amor, afeição e carinho. Este papo, no entanto, não me convencia completamente e eu me corroía em dúvidas e ciúmes.

Vivendo este dilema e encontrando diariamente com aquela tentação de olhos de esmeralda, acabei caindo verdadeiramente em tentação. Lucas estava me dando o maior mole, essa era a verdade. Enquanto segurava o mouse para me mostrar o funcionamento do programa, roçava descaradamente o braço no meu e aquilo me deixava doida de tesão, me fazendo imaginar delícias entre eu e ele. O cara era lindo demais, 11 entre 10 colegas da faculdade queriam passar pelo que eu estava passando. Ele era a cara do Ben Affleck, ou seja, era muita areia para a minha caçambinha, mas não me intimidei diante daquele deserto ardente e me joguei sobre suas areias escaldantes (risos). Durante as aulas nada acontecia além daquelas roçadas de braços e umas trocas de olhares carregadas de segundas intenções.

Aquele jeito arrogante me dava mais tesão e nós vivíamos às turras, algo deliciosamente excitante. Adoro homens de personalidade forte, confiantes, e ele era um deles. O curso chegou ao fim e nada aconteceu, me segurava por causa do meu namorado. Mas toda resistência tem limite e  finalmente numa festa de aniversário, já exausta de tanto controle, resolvi dar o bote, mas na verdade, fazendo com que toda conquista parecesse mérito dele. Já sabendo que ele iria à festa, fui sem carro para pegar sua carona. Lógico, que na festa pintaram discussões entre nós, mas isto só serviu para apimentar mais meu desejo. Na hora que ele resolveu ir embora,  perguntei se me daria uma carona.

E assim fomos nós dois sozinhos naquele carro, a princípio falávamos do curso e num determinado momento a conversa adquiriu um tom pessoal, então achei o terreno fértil de que precisava para seduzi-lo. Paramos o carro num lugar onde tínhamos uma vista maravilhosa do céu e do mar, meio deserto e apenas iluminado pela lua. Eu estava aparentemente frágil diante dele, já trocávams confidências e ele havia se transformado na mais doce das criaturas, me ouvindo e acalentando. A conversa tão íntima descambou facilmente para beijos e carícias inocentes e em pouco tempo tivemos que fechar os vidros do carro já que a inocência havia sido perdida. O carro era muito pequeno e apertado para tanto malabarismo, mas nós dois não nos preocupávamos com isto, a nós  parecia uma enorme e deliciosa cama onde apreciamos um banquete completo saciando a fome de nossos corpos numa verdadeira festa de mãos, línguas e bocas.
Lucas tinha um gosto bom, um jeito sacana, um pau gostoso e lindo. Fizemos de todas as formas, mas nem por isto ficamos saciados, muito pelo contrário, viciados durante muito tempo.

PAU EM PROSA & VERSO

2 mai

Estes ero-poemas são uma coletânea dos posts que fiz no blog do PD para a seção “fotos dos leitores”
Clique nos títulos para ver os posts originais.

O namorado da Lu

Edu
namorado da Lu
vou esquecer a rima…
e só pensar
no quanto essa visão alucina
arranco o cinto
num só golpe
depois
encarando o olho dele
desco a calça
devagar
e a língua mais ainda
torturante
quase um crime
ele geme
pulsa
empina
e eu?
sento em cima!


O pau do dono

o dono do pau
tem voz aveludada
grave
arrepiante
dessas que molham
a imaginação
e o resto, então…
a sedução
mora-lhe na ponta dos dedos
sempre assim
provocando sentidos
eriçando os pêlos
descendo um pouco
vislumbro
água na boca
seus outros dons
robusto
duro
moreno e booomm!


O pau que veio do frio prá te esquentar

São 22 aninhos vitaminados.
Onde achar?
Em Curitiba em algum quarto bem bagunçado
com certeza você encontra o Diego pelado.
De pau na mão tocando uma na sua intenção.
O que fazer?
Aconselho que o agasalhe bem,
pois lá em Curitiba faz um frio danado.
Como é?
O pau é gostoso.
Bulboso.
Desses que entram quase fácil.
Aquele tipo de pau de sentar e escorregar por cima.
Entra, preenche e anima.
Te enche.
Do que?
Imagina menina…
Imagina!!


O cara do pau médio

Olhando assim dá vontade de subir e montar, assim meio pendurada no pescoço dele, com as pernas cruzadas em suas costas … como dizem por aqui “vou de táxi” passeando pelo quarto inteiro pendurada, encaixada e derretendo nele.
Depois do intervalo, vem o segundo tempo que pede uma sentada daquelas, bem caprichada e lenta… escorregando devagar e suave, e na sequência um sobe-e-desce caprichado prá matar os dois.
Nem mortos, muito menos feridos… é, o jogo ficou dificil, foi preciso então uma prorrogação. Ele deitado, eu por cima agachada praticando uma massagem matadora, só com os lábios… pequenos, grandes, carnudos e quentes.
É um jogo sem hora prá acabar…”


MOLHADOS

22 mar

molhada-pb.jpg

O calor dentro da barraca estava insuportável. Eu olhava para o tecido perfurado da abertura da janela desejando um pouco de brisa, quando Selma tocou-me o braço dizendo:

_Beto, vamos para a praia?

_Como? _ perguntei curioso.

_O calor está demais, vamos tomar um banho de mar!

Olhei para ela, ainda incrédulo, porque me chamava para um banho de mar àquela hora da noite? Não podia acreditar no que estava acontecendo.

Selma era uma amiga de minha irmã Cristina que foi incluída inesperadamente no nosso passeio de feriadão. Fomos acampar na fazenda de um amigo de nossos pais, que ficava à beira de uma praia deserta. Era uma garota um pouco mais velha que eu, ao contrário de mim, cheia de vivacidade, energia e extroversão. Havia brigado com o namorado, com quem viajaria no feriado, e vendo-a triste e sozinha, minha irmã chamou-a para ir conosco.

Eu era um garoto de quase 18 anos, tímido e solitário, sem amigos, sem namorada, vivia para estudar e ainda não havia experimentado as mulheres. Estar na companhia delas me deixava nervoso, calado e completamente em pânico. Selma aceitou o convite de Cristina, mas havia um problema, ela não tinha barraca. Problema imediatamente resolvido por minha irmã, que ofereceu a minha barraca para ela, comigo dentro, imaginem!

Cristina sabia que eu não iria contestar uma decisão dela, e assim ficou acertado nosso passeio. Selma era uma daquelas garotas que deixava qualquer homem louco de desejo. Aquele corpo macio e moreno, os cabelos castanhos compridos, bumbum redondinho e gostoso, boca carnuda, um sorriso sedutor e aqueles dois seios que ficavam saltando delicadamente dentro da blusa ao menor movimento. Quando eu a vi, meu rosto queimou e logo embaixo, lá dentro da minha bermuda, algo cresceu sem minha permissão. Fomos apresentados e ela sorriu ao me ver assim completamente corado e sem graça, estalando dois beijinhos no rosto e dizendo-me seu nome.

Já era a segunda noite, e lá estava ela dentro da minha barraca. A primeira noite tinha sido uma verdadeira tormenta, quase não dormi, virava-me de um lado para o outro, enquanto a olhava maravilhado. Ela dormia completamente relaxada, a blusa do pijama meio desalinhada mostrava a visão daquela tatuagem logo acima da curva do bumbum, os cabelos caídos displicentemente sobre os ombros e aquela boca macia semi-aberta me convidando para um beijo. Minha vontade era de tocar aquela pele morena que brilhava através dos pêlos dourados pelo sol, mas estava paralisado diante daquela visão. A barraca estava tomada pelo cheiro do seu corpo e eu sorvia aquele aroma que me tirou o sono e fez meu pau pulsar a noite inteira.

Hoje, estava ela outra vez ao meu lado, com seu pijama amarelo, um short pequenino e uma blusa de alças com o desenho do Pato Donald. A ponta do bico do pato parecia querer morder o outro bico, que estava logo embaixo do tecido, e para o qual eu olhava hipnotizado. Quando ela falou novamente, com se quisesse me acordar.

_Vamos Beto, vamos tomar um banho de mar? Está muito quente!

_Hã …

_O que é que você tem? Que cara de bobo! _ falou, rindo de mim. Foi falando, pegando minha mão, puxando-me para fora da barraca, sem me dar chances de reação. Eu quis colocar uma sunga, mas ela disse para irmos do jeito que estávamos e pediu-me para levar a garrafa de vinho que sobrou do jantar. Fiquei atônito diante de tanto alvoroço, mas sem alternativa, fui até o isopor, peguei a garrafa e a segui. Mal chegávamos à praia e começou a chover muito forte, eu quis voltar, mas Selma me segurou pelas mãos.

_Para que voltar? Vamos tomar esse banho de chuva, vai ser uma delícia! _ E saiu correndo pela praia, de braços abertos, enquanto eu me encolhia sentando na areia. Quando ela voltou, eu estava encharcado e ela também, nossos pijamas completamente transparentes e colados ao corpo. O Pato Donald todo molhado agora tinha o bico quase mordendo aquele seio arrepiado. Eu desejei ser um pato por alguns instantes. Ela riu quando olhou para o short do meu pijama e viu o estado das coisas. Eu tentei esconder, ela me perguntou do que eu tinha vergonha.

Fiquei mudo e paralisado quando percebi logo abaixo seu shortinho completamente molhado e sem a calcinha por baixo; ela apenas sorriu mais uma vez, deslizando os dedos sobre meus cabelos, afastando-os de sobre meus olhos, enquanto sentava-se na areia ao meu lado. Meu coração parecia querer pular fora e meu pau revoltado queria rasgar o pijama. Tentei manter a calma, conversamos um pouco, ela falou um pouco dela e quis saber de mim, me olhava nos olhos com insistência e isso me envergonhava, eu baixava os olhos. Foi quando a chuva parou e ela falou-me para retirar a camisa do pijama senão eu iria me resfriar. Resisti ainda envergonhado, ela veio e tirou-a para mim, enquanto esfregava meu peito e minhas costas me aquecendo do frio. Eu sorria absolutamente sem graça e ela falou: “também estou com frio, você me esquenta?” me olhando entre os cílios e pedindo para que eu retirasse sua blusinha molhada e a abraçasse.

Minhas mãos estavam trêmulas demais, Selma sentiu e segurou-as me ajudando a expulsar o pato da frente daquela visão deliciosa. Segurou os dois seios entre as mãos, e me perguntou se queria beijá-los, eu assenti com a cabeça, mudo que estava, enquanto ela colocava o gargalo da garrafa sobre eles derramando o vinho. Deslizei minha língua sobre os bicos daqueles peitinhos, saboreando seu gosto temperado pelo vinho. Fomos colando nossos corpos um ao outro enquanto nos beijávamos, ela sentou-se em mim e a sensação daquele bumbum macio e frio me enlouqueceu totalmente. Sua língua dentro da minha boca foi descendo pelo meu queixo e pescoço, suave e macia me devorando.

Selma deslizava sobre mim, meu pau ia acompanhando aqueles movimentos e se instalando entre suas coxas mornas aos poucos, se aconchegando dentro do calor daquela xota quente e apertada. Como aquilo era absurdamente gostoso, eu não conseguia acreditar que fosse verdade, era milhões de vezes melhor que qualquer punheta. Parecia que ia explodir inteiro, enquanto ela sussurrava baixinho, se apertava contra mim, me abraçando com aquela força doce de menina arteira e sorrindo de pura malícia. Foi nessa hora que veio o gozo, enquanto ela me olhava e rebolava-se sobre mim com aquele jeitinho safado dizendo: “vem junto comigo, vem …”. Não agüentei e explodi agarrando-me a ela.

Foi quando ela ressonou e empurrou-me com firmeza, virando-se.

Olhei para o lado incrédulo, ela dormia profundamente, enquanto eu ofegante e suado acordava assustado com as mãos e o short do pijama totalmente ensopados.
Levantei-me e me dirigi à praia, sozinho, como sempre.

(foto: autor desconhecido)

PADRE PEGADOR

25 fev

“Para mulheres e casais, bem dotado (15 cm) estou aberto a tudo menos ‘sado’. Não se arrependerão, farei com que gozem de felicidade como nunca”

Assim era o anúncio onde o padre Samuel Martín (27 anos), atuante na arquidiocese de Toledo na Espanha, oferecia seus serviços de padre-garoto de programa por 120 euros a hora. Usava o nick “Hector” e gabava-se de ser gostosão, fogoso e sem preconceito. Bem dotado? Cá prá nós gente, isso já foi um exagero (risos), 15 cm é uma medida mediana.

Seu anúncio em página na internet exibia foto de corpo inteiro, além de telefone e e-mail para contato.
Pelo jeito o padre é um safado de carteirinha, além disso, gastou em torno de 17 mil euros em consumo de pornografia na rede. As investigações ainda não apontam para pedofilia, ele oferece serviços para adultos – mulheres e casais.

Confesso que não entendo porque a igreja católica insiste no celibato para religiosos, principalmente para homens que são fisiologicamente mais voltados ao sexo, vieram ao mundo equipados com um arsenal de testosterona 20 vezes maior que o da mulher, além de ter o centro controlador do sexo, o hipotálamo, bem maior.  Resultado: milhares de  escândalos ligados a sexo e perversões envolvendo padres.

Pelo visto o padre “Hector” pertence ao grupo dos que pensam 24 horas naquilo, além de estar no apogeu hormonal, esbanjando vitalidade e libido. Como ir contra esta natureza masculina que explode em tesão?
Ok, que são duas profissões incompatíveis e ficam algumas questões: Será que um padre, se tivesse garantida vida sexual normal, precisaria anunciar-se como garoto de programa? Até onde a moral exigida a um padre impede ousadias em sua vida sexual? Celibato  e castidade alimentam os excessos e perversões sexuais cometidas pelos padres?

olha que delícia... eu pegava, e você?

Mudando de padre, mas não de assunto, essa notícia me fez lembrar quando vi pela primeira vez o padre Fábio de Melo na TV. O cara é um gato, exala masculinidade, esbanja charme, voz sedutora, sex appeal fortíssimo… enfim, um tesão! Como acreditar que alguém assim simplesmente não trepa? Claro que não é impossível, mas muito improvável.
Imagine a quantidade de assédio… E ele resiste?  Duvido.

Não faz o menor sentido minha gente!! Este padre Fábio é totalmente pegável (risos), é o que toda mulher saudável deve pensar quando olha prá ele. Concordam??

(Isso me lembrou este conto)

PONTO G (você acredita nisso?)

10 fev

Acho que estes caras estão por fora. Tem muita mulher que já descobriu o seu e sabe tirar o melhor proveito. Estou falando do famigerado e perseguido (por algumas) ponto G…  Já outras, não precisaram perseguir.

O causo que vou contar ouvi há alguns dias, numa noite de pré-carnaval, aqui em Salvador. Estávamos 4 mulheres, altas horas da madugrada, conversando sobre homens, sexo e afins, tomando umas e esperando a banda do Habeas passar, quando de repente apareceu um cara (muito gostoso, diga-se de passagem) conhecido de alguma, acompanhado por uma pós-adolescente meio inssossa. O carinha parou, conversou conosco e saiu com a namoradinha dizendo que voltava. Depois disso, uma das mulheres que o conhecia resolveu contar um segredinho prá gente.

O segredinho? Vou contar agora prá vocês. Os nomes são fictícios, mas a história é, segundo nossa amiga, totalmente real.


Faziam uns 7 anos que Rosa e Ricardo se conheceram, numa noite que nem aquela, esperando a banda do Habeas passar. Amigo do seu irmão, Ricardo era um gatinho lindo, mais novo que ela, alto, com um par fuzilante de olhos azuis. Ela foi fuzilada. Depois do tiro ela contratacou com um beijo roubado que o pegou de surpresa. Ricardo, no entanto, fez da surpresa uma oportunidade e em segundos estavam grudados, num amasso caliente numa daquelas ruas lotadas de butecos, latas espalhadas pelo chão e aroma de churrasquinho de gato… Eles, embriagados de tesão, nem percebiam a confusão do entorno, os interesses eram bem outros.

A química foi imediata, afinidade total de corpos e mentes, bocas e olhos, coxas e pélvis.

Ricardo convenceu-a, sem muito esforço, a irem a um lugar mais calmo e cheiroso. Rosa fez charminho que durou pouco. Andaram, trocando línguas pelo caminho, até o carro de Ricardo, que não era tão bonito quanto ele, mas Rosa nem ligou, o câmbio do dono era obediente e não estava em ponto morto.

Até o motel foi um pulo. Chegaram apressados tirando a roupa pelo caminho… Não conseguiram ir nas preliminares por muito tempo, o tesão explodia, imperioso. Ricardo era muito gostoso, tinha um calibre de pau um pouco maior que a medida de Rosa. Quando ele entrou impetuosamente, louco de tesão, ela já estava inundada e com pouquíssimas estocadas já gozava de uma forma intensa, espasmos fortes e incontroláveis, seguidos por um jato, como uma ejaculação que molhou Ricardo e o lençol. Rosa já havia gozado assim uma única vez, mas com um homem com quem tinha bastante intimidade, Ricardo era um estranho, não conhecia seu corpo nem seus pontos fracos. Deram a segunda e novamente outra gozada idêntica, forte, intensa e com outra ejaculação. Ricardo tentava manter a naturalidade mas parecia não entender o que acontecia, tiveram de trocar os lençóis.

Rosa começou a ficar meio paranóica,  mal conhecia o cara. Será que achava que era xixi? Lençóis trocados, mais uma e mais alagamento. Tiveram que pedir lençóis na recepção, Rosa não aguentou e soltou explicações “olha, nunca me aconteceu isto tantas vezes seguidas, mas tenho certeza que não é xixi”, Ricardo ria, beijava sua boca, amassava seus peitos, ia descendo a língua pelo baixo ventre, lambendo aquela xota estranhamente deliciosa… Mesmo sem entender parecia estar gostando e queria ver aquela xota lava-jato em ação novamente. Não deu outra, já iam  pela quarta ou quinta da noite e mais uma cascata de gôzo. Exaustos largaram-se sobre a cama ao lado de um montinho de lençóis encharcados. Prá que procurar explicações, foi uma noite extraordinária… Ele, de incendiário; ela, de bombeiro.

Que experiência invejável, pensávamos; quando inesperadamente Ricardo reapareceu, de mãos dadas com a namoradinha (completamente muda), assim que Rosa terminava de contar o causo. De repente ficamos todas sem graça, não conseguíamos olhar umas para as outras, uma vontade rir. Ricardo conversava e a gente pensava na noite de alagamento no motel. Será que ele pensava na mesma coisa?
Rosa contou que nunca mais saíram depois daquela noite, ele foi muito gentil ao telefone quando se falaram, contou que tinha namorada e preferia parar por ali. Mil especulações passaram pela sua cabeça. Será que aqueles orgasmos  inundantes o assustaram, afinal ele era um garotão?

Mesmo Rosa, que na época era quase balzaquiana, ficou meio pirada e acabou visitando seu ginecologista que afirmou categoricamente que ela gozara com estimulação do ponto G.

Naquela noite, ficamos de água na boca desejando um PAU como o do Ricardo… desses que têm a chave do ponto G e sabem levar  a mulherada num passeio eletrizante pela via láctea com direito a cometas, pulsares e profusão de estrelas cadentes .
Infelizmente, voltamos sozinhas para casa. Mas com uma certeza, o ponto G existe!! Alguém duvida?