E então, depois de muitas chupadas (conforme contei aqui), ele tirou a piça da minha boca e disse:
-Vamos pro quarto.
Ainda continuava com aquela marra toda, fingindo que continuava com raiva e que eu era uma menina muito má que precisava de correçã0.
Deitamos na cama e eu continuei meu pedido de desculpas em forma de chupada. Até que ele pediu que eu tirasse a roupa e respondi:
-Tô naqueles dias…
-Saco!
Foi aà que surpreendi. Deitei de conchinha com ele e abaixei meu jeans e minha calcinha. Encaxei a cabeça da piça bem na entrada do meu cuzinho e fui safadamente rebolando até ela ter entrado toda.
-Mas é safada!
Ele socava com raiva e força, descontando no meu corpo toda a raiva da discurssão. Eu sentia dor, mas também sentia prazer sabendo que aquilo que era pra ser uma correção, na verdade me fazia gozar.
Assim, continuei  rebolando com o pau dele todo enfiado em mim, até que gozamos.
Fui abraça-lo e por fim ele se entregou. Beijei sua boca enquanto ele dizia:
-Cachorra!
-Cachorra sim, e tu adora a tua cachorra!

Que bom que esta de volta; já estava com saudades.