
Nunca frequentei a sala de ginástica de meu condomínio, até porque odeio malhação, puxação de ferro pura e simples. Eu gosto de atividades físicas aeróbicas e que sejam, no mínimo, lúdicas: alguma luta, ou dança, por exemplo, haja vista que pratiquei a primeira durante 10 anos e agora me aventuro na segunda opção. Mas sexo continua sendo minha atividade predileta : )
Pois bem, não é que, na única vez que tratei de usar a esteira da famigerada sala de ginástica do meu condomínio, já que estou de férias de minhas aulas de dança, me engracei com um bofe?
Lá estava eu, bela e faceira, ouvindo música e de shorts de corrida (aberto nas laterais) e uma regata preta transparente (daquelas furadinhas, tecido especial para absorção de suor, blablablá… sabem? Essa mesmo) e um top preto por baixo, porque correr sem top não rola.
Bem, jazia eu, absorta, correndo na esteira sozinha naquela sala que recendia a mofo de tão inutilizada que era, quando adentra o recinto um cara…um vizinho que eu nunca tinha visto na vida, porque se tivesse não o teria esquecido, obviamente.
Moreno, alto, bonito e sensual (rs, quem lembra dessa música?) forte (mas não bombadão… normal, definido) cabelos ondulados na altura da orelha, nariz longilíneo (italian style! <3) e olhos malditamente VERDES. Tentei não encarar, mas eu achei o cara guapo, então olhei, devo ter aberto levemente a boca de estupefação, mas logo tratei de diminuir a velocidade da esteira, pois tinha ficado abobada com a entrada do gostoso e me atrapalhei, quase caí. Ele me cumprimentou com um meneio de cabeça e foi para a esteira ao meu lado. Colocou os fones. Trocamos sorrisos cordiais e continuamos a correr.
Parecia o fim, mas não era. Senti ele me olhando. Tentava me concentrar na corrida, mas senti que ele me media e decidi encará-lo. Ele sorriu e puxou conversa.
O nome era Bruno, 35 anos, personal trainer mas já estava de férias da academia, por isso decidiu usar a sala de ginástica do prédio. Emendei dizendo que me encontrava na mesma situação, me apresentei. Papo vai, papo vem, conversamos cerca de uma hora ou mais sobre qualidade vida, ginástica, música, saúde, comida, cinema até que ele decidiu ser mais ousado:
- Se você vier todos os dias nas férias eu também venho…me avisa…E foi diminuindo a velocidade da esteira, indicando que iria parar.
- Acho que não, odeio correr, na verdade, vim pra não ficar parada..mas vou viajar amanhã…fica para uma próxima…E também fui desligando a minha esteira, enxugando o rosto e me aprontando pra ir embora, lamentando SINCERAMENTE por provavelmente não poder encontrar aquela beldade tão cedo.
A sala de ginástica fica no nível abaixo do térreo e é preciso subir um pequeno lance de escadas para acessar os elevadores. Fomos subindo e ele me parou na escada, sacando o celular…
-Me dá seu número…ou o número da sua casa, vai? Ou seu face, pelo menos…pô, curti você! Baita papo!
-Também curti você – E decidi ser direta: Você é um gato. Pronto. “Alea jacta est”. A sorte estava lançada. Dei um sorrisinho.
Ele sorriu, pareceu entender o recado e foi se aproximando de mim…subi um degrau (ele era alto!) e nos atracamos na escada. Beijava gostoso o Bruno e as mãos eram grandes e ágeis: rapidamente se apossaram da minha bunda, me erguendo na altura da pélvis, me forçando contra a parede, e num instinto, cruzei as pernas ao redor de sua cintura.
Ah, ele era delicinha, estávamos suados e o calor era escaldante…logo senti seu pau duríssimo contra minha buceta, comecei a rebolar me esfregar nele enquanto a gente se beijava e a situação foi ficando insuportável…enfiei a mão no seu short e peguei no seu pau, senti ele quente, duro e pulsante e sussurrei no seu ouvido dizendo o que queria:
-Quero te chupar… – Na hora ele me soltou, me inclinei e enfiei com tudo aquele pau delícia na boca, ele gemia, se segurava no corrimão e inclinava a cabeça para trás, a cada engolida que eu dava em seu cacete salgado e duro. Chupei, lambi suas bolas, engoli o pau todo, diversas, diversas vezes…ele adentrava minha garganta, me deixando sem ar… eu lambia a cabecinha do pau, ele batia a cabeça(dele, rs) na parede, de leve…os olhos fechados, gemia morrendo de tesão…a situação era totalmente arriscada, o que deixava tudo mais gostoso: eu, fazendo um boquete no vizinho, na escada do prédio…#quemnunca?
Não demorou muito e ele gozou, gemendo e segurando minha cabeça para que eu não parasse. O jorro quente inundou minha garganta e ele me olhou, incrédulo, enquanto eu sorria e me erguia..
-Meudeus, quem é você? – Nos agarramos novamente e fomos, trôpegos, para o elevador…ele tirando meu top, me chupando os peitos, me levantando e pressionando contra a parede, enfiando a mão na minha calcinha enquanto me beijava, depois do frisson lembramos que o elevador tinha câmera…bem, vejo vocês no youtube em breve 0_o
O elevador chegou no andar, saímos, ele abriu a porta da sua casa e fomos di-re-to para o chão da sala. Arrancamos as roupas um do outro e fiquei por cima dele. Nos beijamos e tratei de me sentar na sua cara, esfregando minha buceta no seu rosto e deixando-o inteiro molhado:
-Agora me chupa, me chupa inteira filhodaputa, vai…vai…assim…assssimmm, isso!
Ele segurava meus quadris e enfiava a língua inteira na minha buceta, me fazendo subir e descer…depois, se ocupava do grelo…revezava entre lambidas fortes, com a língua toda e fazendo pressão e curtas e rápidas, só com a pontinha da língua, me deixando louca. Eu rebolava ferozmente, olhos fechados, gemendo e urrando, entrando em frenesi, quando pedi:
-Enfia, enfia o dedo no meu cu agora, vai…assim…dois…três, assim…issooo…soca, soca…SOCA!- ele obedecia, cegamente. Me lambia e me dedava o cu, sem parar, sem parar, sem parar. Eu rebolava cada vez mais, louca, louca, adorava esfregar a buceta naquele rosto lindo…olhava em seus olhos verdes e ficava ainda mais insana.
-Me bate, me bate! – E ele deixava aquela manopla deliciosamente marcada na minha bunda.
Gozei magistralmente e logo quis repudiá-lo, mas ele me segurou, me forçando a aceitar sua língua mais uma vez e me deu um segundo orgasmo, denso, poderoso e que fez meu corpo trepidar ritmadamente, uma, duas, três, quatro, cinco, seis vezes…conforme a intensidade ia diminuindo…
Me deitei no chão e me arreganhei inteira pra ele, querendo sentir aquele pau na minha buceta…ele foi com tudo, quando percebi que ele estava sem camisinha. Coloquei a mão em seu peito definidíssimo, questionei. No que ele me respondeu:
-Não quero camisinha gata, quero sentir você…- forçando o corpo contra o meu.
-Como assim? Fechei as pernas. Você tá louco? Pega uma camisinha, delícia, quero dar pra você!! Não faz isso comigo, vai?! Não a essa altura do campeonato, porra! – Pedi, quase implorando.
-Não quero, não quero, gata…vamo assim, não vai rolar nada, tô limpo – Falava, enquanto beijava meu pescoço, forçando um pouco mais a penetração.
E então, aconteceu: a não-foda do ano. A não-foda pra fechar o ano. Eu broxei. Broxei big time, broxei epica e catastroficamente, broxei porque…porra, porque assim não dava. Foi como se um balde de água gelada tivesse sido despejado sobre minha cabeça e, de repente, me perguntei onde estava, com quem e porque. Bateu a realidade, sacam? E foi horrível.
Lamentavelmente me levantei, catei minhas roupas que estavam jogadas pelo chão, enquanto o ouvia reclamar, resmungar e se justificar, me vesti e antes de sair, disse pra ele que ele era um bosta e que arruinou uma transa que poderia ter sido deliciosa e quem sabe, frequente, por um capricho idiota. Fechei a porta atrás de mim e fui.
Não entendi até agora o que aconteceu. Se ele não queria, se estava com medo, se tinha essa tara mesmo de transar sem proteção…sério, estou inconformada, minha ficha não caiu.
Tomei um banho frio, liguei para uma amiga e fomos beber e rir da cara do trouxa…
Foi isso queridos leitores. Nem sempre as coisas terminam bem, tava ótimo, mas não curto ideias erradas. Pode ser o máximo, mas não vou me expor, nem aos que amo a uma transa desprotegida. Não é cagação de regra não, é simplesmente bom senso. Não seria uma boa maneira de começcar 2013, certo?
Um bom ano pra todos, transem muito, mas transem bem. E quando digo bem, quero dizer: SEM MEDO.
Beijos, até 2013.