Born to be wild

Quem nunca trepou em um carro conversível com a capota aberta, a 100km/h num auto-estrada não sabe o que é vida.

Ele era casado. A gente se comia. A mulher dele disse que o liberaria se ela participasse da jogada. Ela nem era tão gostosa. Comia porque, na verdade, queria era ser comida por ele….o que a gente não faz por um sexo gostoso,não?

Ele era (ainda é) delicioso. Tudo nele me fascinava. Desde o sorriso, passando pelo seu cheiro, sua pele, o contorno de seus lábios, seu cabelos negros anelados até sua personalidade àcida, inteligentíssima e sarcástica.

Trepa gostoso, gosta de uma boa putaria. Me amarra, me xinga, mete gostoso no meu cu e na minha buceta. Gosta de me chupar e faz isso muito bem. Uma língua quente, voluptosa, suave quando necessária, ágil e certeira na iminência do gozo. Gosta de se lambuzar com meu líquido. Adora esfregar o rosto inteiro em minha buceta molhada e inchada.  Me põe de quatro e puxa meus cabelos, trepamos sempre horas a fio, em êxtase, molhados de suor, no chuveiro, no chão, na mesa de trabalho dele, em qualquer lugar. Beija deliciosamente bem.  Basta seu beijo para me deixar molhada. Eu estou sempre pronta pra ele.

É um dos melhores que já tive. Sem dúvida.

Eles tinham uma casa no interior de SP. Isolada. Perfeita para um fim de semana de putaria e sexo selvagem. Eram os anos 90 e eles tinham um Escort XR3 vermelho, conversível.

Combinamos que eu iria com eles, de carona. É claro que ia rolar sexo no meio da estrada. Eu fiquei excitada com a possibilidade e logo imaginei transar com aquela capota rebaixada. Fazia parte da minha fantasia.

Começo de viagem,  tudo normal…ouvindo CDs conversando trivialidades. A mulher dirigia e ele estava no carona. Eu no banco de trás, sozinha.

A cidade ficava a quatro horas de viagem da capital um  certo momento, o assunto se esgotou, o silêncio imperou e eu acabei caindo no sono.

Fui despertada com ele em cima de mim, tirando minhas roupas. Ainda meio sonada, não entendendo direito o que estava acontecendo, tentei afastá-lo, mas ele enfiou a mão por dentro do meu short, acariciando meu grelo…me acendendo na hora.

Retribui seu beijo, o despi selvagemente enquanto observava sua mulher tentando dirigir e nos espiar ao mesmo tempo. Ela ajustava o espelho retrovisor e gemia, passando a mão entre as próprias coxas. Eu tratava de retribuir seus olhares provocativamente, enquanto oferecia meus seios ao seu marido, passava a língua nos lábios  provocando-a, encarando-a, eu sorria…me divertia com a situação. Adoro ser fodida e  observada. Adoro viajar. Ali, eu estava no paraíso.

Eu já estava nua e molhadíssima. Ele estava duro, pulsante, pronto para me foder. Pedi para que ele se sentasse no banco e sentei no seu pau gostoso que me penetrou fundo. Adoro esse primeiro instante, quando o pau irrompe buceta adentro. Involuntariamente acabo sempre soltando um gemido de prazer nessa hora.

Comecei a rebolar no seu pau…a subir e descer loucamente enquanto o sentia me foder com força, até o fundo. Ele me controlava pelos quadris…os segurava com firmeza me puxando e afastando ritmadamente num sobe e desce lascivo.

A essa altura sua mulher estava perdendo o controle…nós dois gemíamos alto…ele me xingava, como gosta de fazer…dizendo que eu era sua putinha predileta e que eu sabia foder…e que eu fodia deliciosamente… gemi, pedindo pra ela abrir a capota.

A tarde caía e um vento frio soprava no ar….a estrada estava quase vazia, o sol se punha, Led Zeppelin tocava no CD e eu estava sendo magistralmente fodida.

Essa foda é uma das que mais me emociona até hoje.

A capota se abriu e o vento me atingiu em cheio, gélido em meus seios nus. Uma sensação de plena liberdade da qual nunca mais vou me esquecer.

Ele continuava me fodendo enquanto a mulher tentava, ao mesmo tempo dirigir e enfiar o dedo no meu cu. Quase perdeu o controle do volante umas 4 vezes. O que tornava tudo ainda mais excitante.

Alguns carros passavam e buzinavam, xingando ou gritando:” também quero! ” É isso aí!”  e eu gozei loucamente à 100 km/h, vento no rosto, nua numa auto-estrada.

A mulher dele?  Bem, transamos durante o fim de semana mas ela era péssima. Demorava horrores para gozar, tinha um corpo broxante, teve uma crise de ciúmes porque percebeu que o marido gostava muito mais de foder a mim do que a ela e eu acabei pegando um táxi e voltando pra casa antes do tempo previsto.

Eles se separaram e eu o namorei por um tempo.

Agora ele tá namorando outra.

Mas me  procura.

Sempre.

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4 respostas a Born to be wild

  1. Lu disse:

    Maravilhoso!
    Toda vez que leio seus textos fico excitadíssima!

  2. Sex Shop disse:

    Nossa nunca pensei que uma experiencia assim seria tão exitante. estou louco de vontade de testar tambem. rsrsrsrs.

  3. Sr.Himes disse:

    Simplesmente fantástico!

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