A vida pode ser tão ridiculamente clichè….a minha chega a ser um video pornô de 5ª categoria, daqueles sem história, com personagens caricatos e meteção pura e simples, com direito à musiquinha brega de fundo.
Eu estava esgotada por meses de trabalho ininterrupto e precisava de um alÃvio, um dia num spa, uma massagem, qualquer coisa parecida e uma amiga de uma amiga indicou uma outra amiga, esta em questão, massagista/terapeuta corporal holÃstica, algo do tipo, nunca sei os nomes exatos…
Era daquelas que fazem massagem a domicÃlio, o que eu achei ótimo, porque com a preguiça, cansaço e desânimo que me acometiam eu iria passar meu fim de semana na cama, e não seria transando. Nada me faria sair de casa.
Eram umas 14 horas quando ela chegou. Fui abrir a porta e uau. Primeiro clichè: Ela era linda. Um tipo bem brasileiro, cor morena jambo, corpo violão, traços indÃgenas…cabelo liso, preto…asseadamente presos num rabo-de-cavalo alto.
O sorriso era de comercial de pasta de dentes (ok, clichè numero 2), ela foi simpática, se apresentou sendo amiga, da amiga, se chamava fulana de tal… apertamos as mãos, ela entrou.
Vestida de branco, uniforme de massagista. Normal, discreto..mas é difÃcil não reparar numa morena de calça branca. Tinha uma bela bunda. Levantei minha sobrancelha, e fiquei até um pouco mais animada e neste exato momento ela se virou para mim perguntou onde poderÃamos “iniciar a sessão”.
-No meu quarto.. – a resposta saiu antes que eu pudesse impedir e não me pareceu ofensiva, mas tratei de corrigir : – Se não tiver nenhum problema, claro….
Ela riu e respondeu que não, que era normal massagear os clientes no quarto por conta da cama. Dei um sorrisinho rápido, enfiei ambas as mãos no bolso do meu casaco de moletom e fomos.
Eu estava uó. Anti-sexy at all. Estava cansada. De pantufas de pé de monstro e conjunto cinza de moletom, me arrastando de um cômodo pra outro. Olheiras, pele sem viço. Sem trepar há semanas. Uma catástrofe.
Ela me mediu de cima abaixo, esfregou as mãos e me disse para ficar de calcinha e sutiã, se eu não me importasse. Revirei os olhos, (estava com preguiça de me trocar!) disse que tudo bem…só precisava de alguns minutos.
Ela concordou e disse que iria colocar uma plataforma na cama em cima do colchão para garantir a firmeza e semelhança com uma maca de massagem.
Dei de ombros, desinteressada e fui até o banheiro colocar uma lingerie pois estava sem nada. Pus algo neutro. Calcinha e sutiã brancos, estilo esportivos, de algodão.
Abri a porta de lingerie e dei de cara com ela. Ela me observou claramente da cabeça aos pés…EU VI! Mas fingiu um susto (clichè 3…) e disse que era para eu me deitar na cama. Obedeci. Eu só queria morrer …e logo, peloamordedeus…
Me deitei de bruços e ela espalhou óleo pelo meu corpo. Suas mãos eram macias e quentes… os movimentos oscilavam entre os rápidos e displicentes e os lentos e intensos.
Ela desmanchava os nódulos de tensão entre os meus músculos com afinco e a dor e a delÃcia de seu toque me faziam gemer.
Ela começou a perguntar sobre minhas tatuagens…quantas eu tinha, onde tinha feito, se eu pretendia fazer mais… eu respondia monossilábica num estado de relaxamento beirando o sono profundo…
Suas mãos se apoderavam de minhas carnes…a essa altura já estavam na minha lombar e nádegas…ela se demorou por ali…e eu fui gostando de que ela mexesse na minha bunda…
Comecei a…”despertar” com aquilo… suas mãos deslizavam com presteza, apertando minha bunda farta, escorregadia por conta do óleo…afastou minhas coxas e massageou a parte interna delas deixando seus dedos tocarem displicentemente minha buceta sob a calcinha…
Isso se deu uma, duas vezes…na terceira vez eu gemi e abri mais as pernas…na quarta vez ela passou literalmente o polegar na minha racha…soltei um AH! instintivo….ela voltou a massagear as coxas.
-Você é bem forte…firme…seus músculos são bem tonificados… – falou em um tom de voz um pouco sussurrante…sem deixar de me massagear… (ok, perdi a conta dos clichès)
-Eu gosto muito de atividades fÃsicas…nado, corro…danço…trepo – Nós duas rimos da “piadinha”…e ela me pediu para virar de frente…
Seus dedos deslizaram pelo meu rosto, relaxando meus músculos…agora sentia sua pele próxima à minha…seus seios perto do meu rosto…eram avantajados e pareciam oprimidos pelo jaleco branco…seu perfume era suave…algo como lavanda…respirei fundo quando ela aproximou novamente os seios do meu rosto…abri os olhos e os estudei com calma..não fazendo mais questão de ser discreta.
Ela sorriu com o canto da boca. E continuou a me massagear…agora descia pelo pescoço e peito…evitando os seios. Seus dedos desciam pelo meu pescoço e se alongavam pelo meu tórax, mas ela contornava suave e provocativamente meus seios, sem tocá-los.
Aquilo foi…uau. Me deixou louca. Queria que ela tocasse os seios de qualquer modo e ela os evitava…fechei meus olhos me entregando à s sensações…minha pele começou a crispar, meus pêlos se arrepiaram…os bicos dos meus seios doÃam de tão duros e rijos sob o sutiã de algodão…eu respirava fundo a cada movimento seu…e gemia.
Acho que fiquei com um tesão louco, não sei, mas a medida que ela repetia o movimento comecei a mexer meu corpo, rebolava meus quadris…instintivamente…mordia meus lábios….e com um movimento brusco, tirei o sutiã (que era desses tipo “top”).
Não abri meus olhos. Não falamos palavra. Ela demorou alguns segundos para me tocar novamente, fazendo exatamente o mesmo movimento, evitando os seios, agora, alongando-se um pouco mais, até o meu ventre…até um pouco abaixo do umbigo… no limite da calcinha.
E ela ia e voltava…suas mãos quentes e macias, acariavam meu corpo do pescoço ao ventre…e era como se espalhasse brasas incandescentes sobre mim…
-Ahnn…ahnm…hummm… – comecei a gemer e ondular novamente meu corpo. Ao mesmo tempo que eu tinha ciência de que estava fazendo aquilo, era como se não tivesse…era como se fossse algo irresistÃvel, uma reação natural do meu corpo…como se eu estivesse me masturbando…ou melhor..sendo masturbada. Por ela.
A uma certa altura da repetição infinita desse movimento senti um calor intenso no baixo ventre, como se ela tivesse colocado uma vela ou algo do tipo sobre minha barriga…e imediatamente notei que havia ficado molhada…ahh, molhada….melei a calcinha e melei bastante… entreabri os lábios, respirando fundo e segurei sua mão ali…impedindo que ela repetisse o movimento…coloquei sua mão dentro da calcinha, guiando seus dedos até meu grelo…molhado, molhado…gemi alto. Abri os olhos. Olhei pra ela.
As coisas aconteram muito rápido a partir dali, não me lembro com clareza de detalhes. Não falamos nada uma com a outra.
Sei que depois disso, nos beijamos e eu a puxei para que ficasse sobre mim, e a libertei daquele jaleco opressor. Não conversamos. Apenas gemidos…ou comentários sexuais e diretos do tipo : Isso…assim…mais, me chupa.
Só isso. Pra que mais?
Seus seios eram enormes, enormes… mamilos grandes e negros e eu os chupei, lambi e mordi compulsivamente, me deliciando neles.
Ela havia me deixado insana. Nos beijávamos selvagemente…. ela em cima de mim… aquele corpo moreno, delicioso…agora mordiscava meus mamilos enquanto metia dois dedos na minha buceta e eu, ora acariciava, ora estapeava sua bunda e enfiava dois dedos no seu cuzinho, o que a fazia gemer loucamente.
Ela era boa no finger fuckin…rápida, certeira. Eu gozei muito rápido com ela.
Ficamos as duas sentadas uma de frente para outra, joelhos flexionados, bem arregaçadas uma para outra nos beijando, enquanto ela enfiava os dedos e massageava meu grelo e eu o dela. Ahhnn que delÃcia aquela vaca fodida…ela era tão arregaçada, eu precisava enfiar quatro dedos nela para que ela gozasse…ela ficou impressionada com o quanto eu era apertadinha….”branquinha apertadinha….goza de novo…assim” e eu gozava pela quarta, quinta vez….a ponto de quase desmaiar de tesão.
Me chupa. Quero você lambendo minha buceta – falei pra ela, enquanto a punha deitada e ficava de quatro em cima dela, buceta na altura de sua boca.
Ela segurou minhas ancas, abriu a boca e esticou sua lÃngua e eu, descia meus quadris e raspava meu grelo ali..ora diminuia, ora aumentava a velocidade…ahhh, rebolava, rebolava….descia, sentava em seu rosto…ahhhh engole meu grelo, sua vaca…ahhhhh assim….quando fazia isso ela enfiava a lingua inteira na minha buceta, la dentro…ahhhh que maravilha! Depois eu tirava e ela ficava ali, brincando com a ponta da lÃngua no grelo duro, teso, me fazendo tremer dos pés à cabeça de tesão, tesão, tesão…puro tesão!
Apaguei durante alguns minutos…voltei a me recompor aos poucos…ficamos em silêncio…deitadas, nuas na cama….em estado de puro torpor.
Minutos depois, recomposta, dei risada, perguntei o que tinha sido aquilo! Quem era ela? E quanto eu devia, afinal…er…pelo que ela cobrava afinal? Pela massagem ou pela trepada? Pelas duas coisas?
Conversamos, tomamos um banho onde rolaram mais algumas brincadeirinhas, fiz um café e ela me contou que era terapeuta, mas que agora também estava fazendo programas.
Eu não havia desconfiado, juro, até ela começar a trepar. Porque ela era boa. Boa mesmo. Boa massagista e boa GP. Ela não dava pinta nenhuma, era uma moça simples, baixinha, um pouco maior do que eu, bonita, mas nada que denunciasse. do tipo “UAU, ESSA É GAROTA DE PROGRAMA!’ – Não. A menina do lado.
Perguntei pra ela se a amiga da amiga, da amiga que a havia indicado para mim sabia que ela fazia isso e ela disse que não. E que ela iria cobrar apenas pela massagem porque QUIS trepar comigo no instante em que eu abri a porta do banheiro e apareci, toda tatuada de lingerie branca, pra ela. (sic)
Viu? Eu sabia que aquela olhada tinha sido um clichè. E dos bons.

Hummm…. Adorei o texto!
Ótimo pra uma manhã de segunda-feira fria e nublada…
Pois já fiquei pegando fogo!!!
Me dá o contato da massagista? Rs…
Começarei bem a minha semana!
Thanks!
Beijos!
Senti falta dos seus textos, ótimos como sempre!
bjos
Gente, o que foi isso?
Clichês ou não, funcionaram comigo que foi uma beleza, rs!
bj
Sempre adoro seus textos, suas histórias. São simplesmente deliciosas e completamente excitantes. Nem preciso comentar como me deixou, pena que são 23:00 e agora vou ter que ir dormir (sozinho).
Sensacional o texto, os detalhes e a piração que entrei vendo toda a situação aqui no meu quarto! Preferi não atrapalhar e apenas assistir à cena!
Parabéns!
que adorável sacanagem !!!!!! sempre defendi o pecado, pois, para mim, é mais nobre que a virtude. o texto está lindo.