Tudo me dizia que seria uma noite calma. Era um domingo. Domingos são santos, certo? Ao menos dizem por aà que sim. Pois é…eu estava a fim de sair. E não existe nada sagrado na minha vida, fora o sexo. Tava a fim de ferver. Dançar. Trepar. Achei uma baladinha alternativa. Fui.
Não sei se estou velha demais pra essas coisas…mas baladas em buracos enfumaçados com ambientação sado-maso, música pesada e pessoas montadas à beira da fantasia me parecem coisa de criança hoje em dia…por mais que eu tenha frequentado esses lugares durante toda a minha sombria adolescência.
Poucos gatinhos, fui até o bar, pedi uma dose dupla de tequila. Fiquei observando quem entrava…
Algumas meninas eram deliciosas, metidas em seus corpetes de vinil que faziam seus belos peitos pularem pra fora, agressivos, suculentos. Do balcão, eu lambia os lábios, me imaginando mordendo mamilos incautos…sorria com o canto da boca e pedia mais uma tequila.
O barman começou a me cantar. Perguntinhas de praxe “seu nome, idade, blablabla…o que faz? Gosta de que som…”. Parece a porra de um questionário de alistamento ou ficha médica. Porque nenhum cara chega e pergunta “Gosta de chupar pau?” Eu iria adorar. Responder a pergunta e chupar o pau, obviamente.
Umas 5 tequilas depois, eu estava completamente bêbada. Aquilo tava muito chato, talvez bêbada eu achasse mais divertido. Dei uns beijos no barman, mas ele disse que não podia ficar com ninguém enquanto estivesse trabalhando. Fiz um muxoxo, desci pra pista de dança que tocava General Decay…corpos em frenesi epiléptico…tudo negro, minha cabeça girando, eu mexendo meu corpo voluptuosamente…eu queria dar, dar muito, estava bêbada e louca de tesão.
De repente, senti alguém me puxar pela cintura. Eu estava vestida com um vestido tubinho todo de renda preta e coturnos. Sem sutiã. O que deixava meus seios delicadamente à mostra. No breu da pista, eu não vi quem tinha me puxado. Vi que havia sido um homem, alto, magro. não tinha barba…tinha pegada. Estava louca e tinha ido à quele lugar porque queria ver o circo pegar fogo. Voilá. Finalmente, um pouco de ação.
Ele me beijava com sofreguidão e passava as mãos loucamente pelo meu corpo. Eu deixava. Abria minhas pernas para que ele afastasse minha calcinha e enfiasse os dedos na minha buceta enquanto me beijava. Ele me fodia com os dedos, quase me fazendo levantar do chão…eu gemia, quase gozando, na pista da balada.
Ele cansou da brincadeira, queria a porra séria. Me arrastou para o banheiro masculino. Agora, na claridade halógena e branca do banheiro, mesmo sendo literalmente empurrada para dentro do toalete, pude identificar algumas bundas de relance no mictório, enquanto ele me jogava sentada na privada e fechava a porta atrás de si.
Olhei pra ele, sorri. O reconheci, finalmente. Um velho amigo meu, de velhas baladas. Ele sorriu – acho que estava planejando esse ataque faz tempo e naquele dia havia me pegado bêbada, resignada e dócil. E louca pra dar – desabotou a calça jeans, tirou o pau pulsante e duro pra fora, com a outra mão segurou meu queixo e enfiou ele na minha boca, soltando um gemido.
-Ahhhh…chupa, chupa, sua putinha!
Segurei o pau com as duas mãos, chupei com vontade…engoli, massageei a cabeça do pau, lambi as bolas…fiz um boquete caprichado, com gosto…sentia aquele pau invadindo minha garganta e voltando aos meus lábios…ele se contorcia e revirava os olhos, se agarrando à s paredes estreitas do pequeno toalete… quando estava prestes a gozar, tirou o pau da minha boca, me levantou do vaso, me virou de costas e me fez ficar ajoelhada, de quatro, em cima da tampa. Fiquei assim, de quatro…cara pra parede..mãos nos azulejos…ele levantou meu vestido até a cintura, revelando minha bunda, pronta pra ser fodida…acariciou-a, deu uns tapas, de leve…abaixou a calcinha, Ãnfima, com calma…enfiou a cara ali e começou a lamber meu cu…
Eu gemi alto, foi delicioso. Ele lambia, lambia, como se escorrece mel dali. Enfiava toda a lÃngua lá dentro, ahh, eu rebolava louca de tesão…queria ser fodida, queria aquele pau me fodendo inteira.
- Humm, chega disso… come meu cu…agora, vai…
-Cala a boca, eu faço o que eu quiser com vc hoje! - ele disse, apertando meu rosto contra a parede, enquanto lambia mais, mais…a saliva escorria do meu cu…lambuzava minhas pernas…eu ofegava…minha buceta pulsava…
Novamente, num movimento brusco, não mais do que de repente, ele enfia aquele pau grande e duro no meu cuzinho. Até o talo. De uma vez. Solto um gemido de dor e prazer…
Ahhhhh! DelÃcia! Isso! Me fode!
Ele come meu cu loucamente. Fode, fode, fode, sem dó…é uma delÃcia…ah, eu amo dar o cu! É um prazer sensacional, diferente do sexo vaginal. Me sinto completamente devassada, como se aquele pau enorme fosse me varar e sair pela minha boca. E eu estava tão tesuda, tão molhada! Não senti nada de dor… só prazer…e ele vem em ondas…em espasmos… eu gozo.
Já estou sóbria novamente. Ele goza, esporrando no meu cu, me melando inteira…nos recuperamos aos poucos, arfando, nos escorando nas paredes…de repente, alguém esmurra a porta. Nos sobressaltamos, nos arrumando, olhamos um para o outro, assustados. Fodeu. Deve ser o segurança da balada!
É outro amigo nosso. Ele abre a porta, nos olha. E também entra no toalete fechando a porta atrás de si. Está com uma cara de louco, ligado…
- Ouvi vocês…também quero – me puxa para si, violentamente, pela nuca e me beija.
Enquanto nos beijamos, o primeiro se ocupa de tirar meu vestido…fico completamente nua, exceto pelos coturnos (uma constante em minha vida), ele se senta no vaso, massageia o pau para que ele fique duro….chupa meus peitos…me faz sentar sobre ele…sento no pau dele, que entra gostoso, escorregando na minha buceta molhada…o segundo, já com o pau pra fora, de camisinha….enfia no meu rabo, gemendo, agarrando meus quadris…
Que delÃcia…DP no banheiro masculino com dois amigos lindinhos numa noite de domingo que estava prestes a passar em branco! Confesso que fiquei numa posição estranha, no final, tive que ficar de pé, pra que os dois conseguissem me comer, mas foi melhor porque controlei melhor a penetração de ambos. Conseguia rebolar para dar prazer ao que comia meu cu e flexionava os joelhos para aquele que estava sentado e comia minha buceta ter uma foda bem gostosa.
Delicia…me senti duplamente fodida, totalmente satisfeita. A música bombava lá fora, fui fodida ao som de wumpscut…loucamente. DP é a melhor coisa que existe, eu adoro e confesso, está virando um vÃcio. Gozamos os três. Nos vestimos, nos limpamos e voltamos pra pista.
Cada um foi pra um lado, como se nada tivesse acontecido.
Esse foi meu domingo calminho, querido diário.



